Elisa começa a desmaiar e seguro minha garota no colo antes que ela desabe no chão. Suas roupas estão encharcadas, o rosto vermelho por causa do choro e há sangue escorrendo por suas pernas. Porra! O bebê está bem? Me sinto um bosta ao perceber o quanto quebrei a menina inocente. Eu vi em seus olhos a decepção. Quase pude escutar seu coração virando pó. — Não acredito que você vai ajudar essa mulher, Dereck — Eleonora resmunga atrás de mim. — Não se meta — rosno e encaro uma das empregadas dos meus pais. — Traga um cobertor agora! A mulher volta em alguns segundos e jogo o tecido quente por cima de Elisa. Os convidados do meu noivado começam a aparecer na cozinha e meus pais tentam despistá-los de volta para a sala, mas a curiosidade é grande demais. — Quem é essa? — Dere

