- Carolina… Carolina… O som indistinto da voz de Fernando aos poucos se tornou mais nítido aos seus ouvidos, assim como sua consciência. Despertou um tanto confusa, a luminosidade do ambiente incomodou os olhos por um instante, mas os piscou e logo se fixaram na visão de seu noivo com o corpo inclinado sobre ela, o rosto preocupado e a mão que alisava sua cabeça. A um lado, Celeste estava de pé com as mãos entrecruzadas e o rosto aflito. Carolina sentia a superfície do sofá sob as costas. - Carol… graças a Deus! – Fernando emulou um sorriso e suspirou aliviado. Alisou o rosto dela – Que bom que você acordou. - Vou buscar um copo d’ água com açúcar, seu Fernando – Celeste se encaminhou em direção à cozinha – É tiro e queda pra esses negócios de desmaio. - Eu… - Carolina fez menção de se

