capítulo 28

1295 Palavras

No dia seguinte, Marisol acordou com a luz fraca do sol se filtrando pela janela. O silêncio do quarto parecia pesado, como se o próprio ar estivesse carregado pela noite anterior. Ela sentou-se na cama, os olhos cansados, ainda marcados pelas lágrimas que haviam escorrido durante a madrugada. A memória da noite com Grego ainda estava fresca, como uma chama fraca que não acabava de se apagar. Ela lembrava da forma como ele a segurou, como se ele fosse sua âncora, algo sólido e seguro, em meio a tanto caos. Aquele toque, aquele momento de vulnerabilidade que ela não sabia como lidar, continuava a martelar em sua mente. O calor de sua mão, a forma como ele estava ali, simplesmente presente. Como se, por um instante, ela fosse importante o suficiente para ele. Mas, ao mesmo tempo, as palavra

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