Evelyn Um ano depois… Acordei com uma leve cócega na minha coxa. Meus olhos se abriram lentamente, a visão ainda turva pelo sono. A sensação subiu pela pele sensível, até se fixar entre minhas pernas. — Bom dia, querida — sussurrou Derek. Depois de esfregar os olhos para espantar o sono, olhei para baixo. Lá estava ele, nu como no dia em que nasceu, me lambendo exatamente onde eu mais queria: na minha b****a. — Bom dia, mesmo — falei, relaxando na cama. — Você gosta de me chupar, não é? — perguntei, meio rouca. — Você sabe que sim — respondeu, com uma voz que já me fazia estremecer. Fechei os olhos de novo, não para dormir, mas para me entregar ao prazer. No último ano, Derek aprendeu cada detalhe do meu corpo, como me levar ao limite, como me fazer perder o controle. A porta do q
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