— Você não mudou nada – eu disse, passando a mão no seu rosto. — Vamos indo? – James me puxou de volta. — Depois a gente se vê! – Scott gritou, e eu acenei me distanciando. — Quem era? – James quis saber, parando e me segurando pela cintura. Seu rosto estava tão perto. — Estudei com ele, não o via há uns dez anos... – respondi, sentindo minha mente alta. — Sua atenção é muito disputada... – ele disse, nos balançando enquanto a música continuava a tocar, e eu me lembrei de dançar. Uma chave virou na minha cabeça, e eu levantei meus braços para o alto, rebolando e girando em seus braços, acompanhando o ritmo de Paro. Eu movia minhas mãos para o alto, soltando o meu corpo, sentindo-me leve como uma pena. Aquele uísque me tirou toda a tensão, e eu não me sentia preocupada com mais

