A doce e inocente Elisee parecia ter se dissipado, enquanto a mesma apertava o meu caralh0 com um olhar perigoso. Ela era o céu e o inferno em um corpo só. Eu sentia o ar quente de suas palavras murmuradas acariciarem o meu rosto de um jeito sensual. Ela me beijou de forma calma, como se estivesse fazendo apenas um carinho em meus lábios. Eu toquei os seus p****s, e ela suspirou. Ela se apoiou com as mãos em meus quadris, e se abaixou devagar, olhando em meus olhos, como se estivesse submersa em seus desejos, se deixando levar pela situação. Há dois minutos atrás ela parecia lutar contra o prazer que sentia, por estarmos em horário de trabalho, trancados em meu escritório. Era proibido, e isso devia servir de razão o suficiente para pararmos com o que estávamos fazendo. Mas talvez pelo

