O quarto estava perfumado de laquê para cabelo, e parecia que um furacão havia passado por aqui. Caixas de sapato e pincéis de maquiagem por toda parte. Um pequeno véu se arrastava de um lado para o outro, enquanto Abi maltratava seus sapatos, andando por todo o quarto. — Você está me deixando tonta – eu reclamei, olhando para ela. — Olha aqui, para de reclamar, eu tenho todo o direito de estar surtando! – ela gritou comigo, com um dedo acusador na minha direção. — Pode ir chamar o papai aqui, por favor? – ela pediu, com uma voz mais suave, me fazendo rir. — Claro... – eu disse, me levantando da cama, e indo até a porta. — Não deixa o Taylor fugir! – ela acrescentou, me fazendo gargalhar. — Pode deixar... Eu abri a porta e saí pra fora, observando o corredor movimentado. Os con

