James respirou fundo, apertando a minha coxa, e o ar que saía de sua boca batia no meu pescoço, me arrepiando. Eu também respirei fundo, tentando controlar as reações involuntárias do meu corpo, com receio do motorista perceber o que acontecia no seu banco de trás. — Eu nunca me relacionei casualmente com ninguém antes... – eu expliquei, segurando o seu braço. — Mostrar os p****s para conseguir uma garrafa de vodka é algo bem casual, não acha? – ele brincou, beijando o meu ombro. — Fui uma adolescente rebelde por um tempo... – retruquei. — Admita que é uma safada e pervertida, senhorita Clarke – ele continuou sussurrando obscenidades para mim. — Admita que quer se entregar mais uma vez para mim... — Hum... – eu fiz, quando ele deslizou os seus dedos até a minha calcinha, alisando a

