Revirei os meus olhos e disse: — Você é um convencido, menos ai. — Falei sorrindo e o empurrando para um pouco longe de mim. Fui até a porta e bati na mesma gritando: — Acho melhor você abrir essa porta, Bianca, ou as coisas vão ficar sérias. — Falei num Tom de ameaça para ver se ela iria responder. A mesma não se pronunciou. Eu sorri com uma ideia que eu tive e chamei o Gustavo para perto da porta e disse: — Eu já sei o que fazer. — Sorri. — Mas eu não quero sair daqui. — Cruzou os braços com um pequeno sorriso em seu rosto. — Como é? — Falei indignada. — É, ué, não vejo problemas de ficarmos aqui trancados. — Sorriu de lado. Eu balancei a cabeça e sem querer, dei uma pequena gargalhada dizendo: — Eu já disse que você não presta? — Dei um soco de leve em seus músculos e

