Bi: Fale baixo, as paredes tem ouvidos, finge que não é seu. — Tá bem óbvio que é meu, se não ele não teria colocado aqui. Peguei o vestido e o estiquei, coloquei as mãos no bolso da frente do mesmo e achei um papel. — Osh, que isso. — Olhei o papel e me lembrei do Dj que havia me chamando para sair. Bi: O que é? — Perguntou curiosa. — O Dj me deu o número dele, cara. Bi: O QUÊ?! COMO TU NÃO ME DISSE ISSO? — Calma, eu não me lembro de quase nada, só lembrei disso porque foi antes de eu ficar bêbada. Bi: Tu vai chamar ele, né? — Não sei, tem o Gustavo, amiga. Bi: Pelo amor de Deus, é o Lelê, eu sei que gosta do Gustavo, mas pelo menos faz amizade com o cara. — Não sei se é certo, algo dentro de mim diz que não é. Bi: O que tem demais numa amizade? — Não tem nada, m

