— Seu doido, aqui é o banheiro masculino! sussurrou Elise, com a voz ligeiramente arrastada pelo champanhe, enquanto olhava ao redor do ambiente de azulejos escuros. — Está completamente vazio, pequena rebateu Henrique, trancando a porta principal com um clique firme e mantendo o semblante sério, embora vigilante. Elise cruzou os braços, encostando-se na parede enquanto esperava o marido utilizar o espaço para suas necessidades biológicas. Movida pela mesma necessidade decorrente das várias taças de espumante, ela aproveitou a total privacidade do momento para fazer o mesmo na cabine reservada. Ao sair, caminhou até a bancada de mármore para lavar as mãos na água corrente. Henrique a cercou imediatamente, encurralando o corpo dela contra a borda da pia com um olhar carregado de

