Paula ainda me olhava com um sorrisinho malicioso em sua cara, enquanto eu corava e desviava o olhar, cheia de vergonha. — Posso, pelo menos, tomar um banho antes? — murmurei com a voz doce, ainda envergonhada e torcendo para que ela aceitasse logo e eu pudesse fugir daquele olhar curioso. — Não! Você vai dar um jeito de fugir de mim. — bufei contrariada e com uma falsa expressão de ultraje, porém Paula não caiu naquilo e ainda teve a cara de p.au de cruzar os braços e me lançar um daqueles seus sorrisinhos debochados. A ma.ldita me conhecia bem demais. — O que quer que eu diga, Paula? Ao contrario do que o idio.ta do Henrique e das suas amigas fofoqueiras dizem, eu não sou nenhuma frigida. — eu não sei o porquê estava tão na defensiva assim e nem mesmo o porquê eu ter dito aquilo daq

