Olhei para a cara do Luka sem acreditar. Uma emoção, uma saudade, um amor fraterno imensurável me dominou. Na fragilidade em que me encontrava Luka apareceu como um bálsamo. Lágrimas começaram a cair do meu rosto e eu pulei em cima dele o abraçando apertado. - Opa! - exclamou ele assustado mas me abraçando de volta. Encostei a cabeça no seu peito e me desabei em lágrimas . Com excessão da minha mãe, ele era a única pessoa concreta da minha vida. Todas as outras eram especulações, desejos, sonhos. Ele não. Ele era real. Meu amor de irmão e minha amizade por ele era pura e real. Eu não via sua cara mas deduzi que ele devia estar assustado com a minha reação. Ele me abraçava apertado sussurrando. - Ei,Maninho... Calma maninho...o que houve? Eu estava nu em pel

