ISABELA Assim que ele me apertou daquele jeito, com aquele cheiro dele que me vicia, minha pele já arrepiou inteira. E olha… não tinha como negar, meu corpo gritava pelo dele, igual ele grita meu nome quando tá no ápice do prazer. — Sabe que eu sou tua, né, amor? — falei baixinho no ouvido dele, mordendo de leve a pontinha da orelha. — Toda tua… Ele me puxou pro colo na hora, passando a mão na minha coxa, subindo devagar, daquele jeitinho que me deixa fora do ar. — Cê fica falando assim, Isa… tu sabe que eu fico doidão, né? — a voz dele veio rouca, pesada, daquele jeito que eu amoooo. Segurei o rosto dele com as duas mãos, olhando bem dentro daqueles olhos azuis que, meu Deus, me desarmam toda. — E é pra ficar mesmo… cê é meu, Jace. Corpo, alma, vida… e hoje… hoje eu quero que tu pr

