"Luna pensa em Volkan".

1073 Palavras
m*l o dia amanhece e os pensamentos de Luna se voltam para Volkan. – Nunca mais o verei com toda certeza. – Falando sozinha irmãzinha. Ahmet é o irmão gêmeo de Luna.  – Não bate mais para entrar, no quarto não? – m*l acordou, já vai brigar comigo? – Você já acorda fazendo besteiras Ahmet. – Mamãe acabou de ir para o restaurante e deixou algo no forno, pra você cuidar. Luna sai do quarto e abre o forno. – É borek. – Oba. Adoro borek. – Para o almoço somente. Luna vai para sala e vê a mesa prontinha. – Nossa mãe deixou arrumada. – Mamãe é um amor. – Ainda bem que hoje é Domingo, vou comer e dormir mais um pouco. – Papai e mamãe trabalham muito naquele restaurante. Você devia ajudá-los. – Eu não quero viver a minha vida inteira enfiado em um restaurante Luna. – O que você pretende fazer então? Já que não consegue arrumar emprego? E ainda por cima parou de estudar. – Futuramente eu continuarei meus estudos. – E trabalho Ahmet? – Não tenho culpa que nada que tenho ido ver me agrada. – Não te agrada? Vou te dar o não te agrada. Sai correndo atrás dele com o chinelo. Ahmet – Para Luna. (corre) Enquanto isso Ferhat, irmão mais velho de Volkan, se arruma para sair. – Vai sair? – Vou pro Reina Club em Istambul. – Reina Club? Boa opção. A comida de lá é ótima.   – Boa? É incrível. Sem contar à balada que vai noite adentro. E aí? Se anima?  – Não, não. Amanhã é Segunda e quero ir cêdo para empresa, terminar um projeto que comecei. – Esquece a empresa um pouco irmão e vai curtir a vida. Vamos lá. Vai estar cheio de mulher bonita. – Você não está saindo com a Rabia. Rabia é irmã de Ceren e Ferhat e ela tem um lance. – Até gosto dela. Gosto muito. Mas tenho que aproveitar a vida primeiro, antes de pensar em me amarrar a alguém. – Você não pode se amarrar a ninguém mesmo. Foi prometido a uma jovem, quando criança esqueceu? – Papai já até esqueceu isso. – Será? – Ele nem sabe se a garota ainda está viva. Gule, gule irmão. (Tchau tchau) Ceren conversava com Luna por telefone e Rabia chega. – Eu achei linda a maneira com que ele olhava pra você, enquanto jogava.  – Ele quem? – Minha irmã chegou aqui. Depois conversamos. Beijos. Luna desliga e pensa em Volkan. – Estava falando com quem? – Com uma amiga. – Aposto que é a Luna. – Errou era a Sila, por quê? – E quem olhava bonitinho pra Sila? – Um jogador de basquete ontem no Besiktas. Mas o que isso te importa? – Ontem a Buse também estava me chamando pra ir a um jogo. – Deve ser esse beneficente de ontem.  – Isso mesmo. Ela queria ir pra ver o Volkan. – Mesmo? – Ela vive correndo atrás dele. – E você do irmão dele. – Eu e Ferhat somos namorados é diferente. – Parece que ele não leva muito a sério isso. Aparece Ferhat beijando uma menina e depois a beijando encostado no carro. Volkan assistia a um jogo deitado no sofá quando seu celular toca. – Alô. – Alô irmão sou eu Ferhat. – Ferhat? O que foi irmão? Aconteceu alguma coisa? – Estou na delegacia. Vem me buscar. – O que você fez dessa vez? – Aqui te explico. Vem de táxi pra você levar o carro. Olha não deixa o papai ficar sabendo não. Volkan liga e pede um táxi e sai imediatamente, para socorrer o irmão. Volkan vai pela ponte de Istambul, imaginando em que lugar dessa cidade aquela linda menina deve morar. Desde que a viu não conseguia tirá-la dos pensamentos. Poderia passar o tempo que fosse, mas ele iria encontrá-la. Volkan nunca se apaixonou por ninguém, aliás, jamais teve uma namorada sequer. Todas as mulheres que havia passado pela sua vida, foram apenas para cama e mais nada. Com Buse não havia sido diferente, ele havia transado com ela, apenas por insistência dela, afinal era  seu aniversário. Na realidade ele estava afim mesmo naquela noite era de uma prima distânte de Buse, que havia comparecido a festa. Mas a garota havia ido embora cedo e pra não perder a viagem, Volkan saiu com Buse. - Acho que todos os erros que cometi esse não têm perdão. - Falou alguma coisa irmão? Pergunta o motorista do taxi. - Irmão o que fazer quando não conseguimos tirar uma mulher da cabeça? O motorista sorri e olha pra Volkan. - Apaixonado por uma? - Conheci ontem e não sei nem o nome, acredita? - Ih rapaz, essas que se tornam uma paixão das boas. Foi exatamente assim que conheci minha esposa. - Mesmo? Sem saber o nome dela? - Evet. Fiquei como louco tentando descobrir. - Eu conheci a menina ontem no estádio de Besekitas. - Estou te conhecendo. Você não é o jogador Volkan? - Evet. Volkan sorri e o motorista continua. - Quando chegarmos a seu objetivo, por favor, me dê um autógrafo? - Tudo bem. - Eu vou contar lá em casa hoje, que levei no meu carro, o jogador Volkan do Besekitas, ninguém vai acreditar. Volkan olha para janela e sorri. Os pensamentos de Luna também são dele, mas ela estava lutando com todas as suas forças para tirá-lo dos pensamentos, já que está destinada a pertencer a outro homem, que não é Volkan. O fato de pensar que não era a dona de seu destino a deixava extremante triste. - Por que com ela? - Por que não podia escolher o amor igual às outras pessoas? - Mas o que ela estava pensando? Luna sequer sabia se Volkan tinha compromisso e mesmo que não tivesse não era correto estar alimentando uma ilusão a seu respeito. Precisava aceitar o que o destino havia lhe reservado e casar com o homem que não era Volkan. Não demorou para que o táxi chegasse a delegacia e o motorista fizesse contente umas selfies ao lado de seu ídolo Volkan. - Obrigado pela atenção e espero sinceramente que você encontre a moça que esbarrou ontem no jogo e se case com ela. Volkan sorriu e agradeceu os votos de boda do motorista. Ao entrar na delegacia dá de cara com seu irmão Ferhat que o aguardava.
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