As súplicas não cessavam. Não adiantava simplesmente ignorar o problema. Era preciso confrontar de frente. As duas se viram a tarde, antes que tudo virasse pó. — Eu sei… — Manu gaguejou. — sei que acha que foi por pura s*******m ou egoísmo meu, mas Nick... meu desejo nunca foi te ferir. Foi… um impulso, uma fraqueza, uma estupidez. Eu tinha bebido então o Renato apareceu e eu nem pensei nas consequências, na nossa amizade. Foi carnal. E isso… isso me corrói por dentro. Nicole suspirou. — Eu não sei se consigo ficar aqui ouvindo esse monte de desculpas. Se consigo esquecer o que vi. Por isso vai ter que me ajudar — disse. O rosto de Manu era um espelho e ela não sabia se conseguia olhar diretamente para ele. — Eu sei. E não peço que esqueça tudo que viu — Manu aproximou-se à passos

