Valient O corpo estava exausto, ferido, moído. Agora a tensão, aquela adrenalina passou, sentia que ia desfalecer a qualquer momento. Contudo uma cantoria feminina, fazia-me lutar pela vida, pois ela que dava sentido a mesma. Catalina entoava nossa canção infantil, uma música simples, mas que era somente nossa. Particular em todos os sentido das palavras, pois era invenção da doce querubim. Deixei-a cantar até o fim, sendo fortificado mais uma vez pela nossa intensa ligação do passado. — Jujubinha... — Meu amor... A senti passando pano molhado na minha testa. — Me lembro bem do dia que escreveu cada estrofe. — Tinha um sonho de escrever um musical. — E teria todo o meu apoio. Tentei abrir os olhos, mas os sentia pesados. Inchados. Porque o príncipe tinha acertado os dois quando

