O abraço que iniciamos em família aos poucos fora começando a me sufocar e quando vi que estava prestes a ficar sem ar, afastei os dois, por mais que a saudade fosse grande, eu teria tempo suficiente para recuperá-la já que estava voltando para casa. As minhas mãos estavam soando um pouco. Mamãe me encarava feliz, não desmanchou o sorriso por nenhum segundo sequer. Papai me analisava atento, como se tentasse descobrir o que eu estava pensando. Quando olhei para o lado — tentando disfarçar um pouco — vi que Bruno se aproximava com seus pais e seu irmão João. Minhas pernas tremeram. — Adorei o seu discurso querida. — Mamãe afirmou sorridente. — Você com certeza puxou a sua mãe. — Papai confessou. Pude notar que papai estava mais calmo e não parecia zangado com nada que tivesse aconteci

