O quarto estava mergulhado em uma penumbra suave, as cortinas filtravam a luz da manhã, tingindo tudo com um tom dourado e melancólico. Meus olhos se abriram lentamente, pesados pelo cansaço, pelo sono interrompido… pelo peso da realidade. Meu corpo doía—não de um jeito r**m, mas de um jeito que me fazia lembrar exatamente do que havia acontecido. O calor ao meu lado me fez prender a respiração. Nolan. Seu braço estava jogado sobre minha cintura, como se ainda quisesse me prender ali. Meu corpo nu estava entrelaçado ao dele, e o cheiro de nossa união impregnava os lençóis. A lembrança da noite anterior me atingiu como um golpe seco no estômago. O prazer, os sussurros, o jeito como me entreguei sem hesitação… Como permiti que isso acontecesse? Fechei os olhos com força, sentindo a culpa

