Harry não duvidou que Marcus provavelmente estava orgulhoso por ter amaldiçoado Ron. Marcus pode não ser c***l o suficiente para amaldiçoar todas as pessoas em seu caminho. Mas Harry sabia que iria amaldiçoar aqueles que mereciam. Afinal, Harry tinha visto uma prova disso no ano passado. Harry não duvidava que Marcus pudesse ser c***l em distribuir detenções, se é que alguma vez o fez. Se o sonserino designou detenções, provavelmente eles foram servidos com Snape. O grifinório sabia que nenhum outro professor daria detenções para servir a uma aula. Qualquer outro professor para ele, daria a ideia de que o aluno poderia repetir sem muita repercussão. Embora Harry duvidasse que a professora McGonagall pudesse cumprir uma detenção para evitar que um aluno sofresse uma segunda ofensa. Parecia que apenas as detenções de Snape teriam o efeito correto.
Harry e Marcus estavam atualmente vagando ao redor do lago.
Faltava um mês para o final do semestre. E isso significava ainda mais perto das férias de verão. E Marcus estava irritado por ainda não ter encontrado uma maneira de escapar da Mansão Flint. Ele preferiu não tocar na fortuna que roubou de seus pais para uma conta separada que seus pais nunca poderiam tocar. O sonserino duvidava que sua família notasse a falta de centenas de milhares de galeões. Ele já havia movido tudo de valor para ele no mesmo cofre, atualmente residindo em Gringotes.
(N/T: os cara tem tanto dinheiro que nem percebe q sumiu "centenas de milhares". Meta: )
Harry também estava ciente de quão perto das férias de verão ele estava. E o grifinório estava temendo isso, deixava óbvio que ele odiava seus parentes. Mas Harry se recusou a citar o motivo para Marcus. Isso deixou o sonserino mais desconfiado e ainda mais protetor com ele. Harry estava secretamente amando o lado protetor de seu namorado. Ele não demonstrou nenhum afeto público enquanto estava com Marcus. Eles nunca sabiam quem poderia estar assistindo silenciosamente. Mas os dois estavam em um velho tópico, Sirius Black.
"É estranho, Marcus. Já sabemos que Sirius Black invadiu a Torre da Grifinória. Mas nunca o vimos ainda," Harry falou suavemente.
"Ele fugiu de Azkaban, então ele deve saber como se esconder bem," Marcus revirou os olhos.
Esta não foi a primeira vez que Harry falou sobre isso. Ele sabia muito bem que o Grifinório queria conhecer seu suposto padrinho. Principalmente se o homem fosse realmente inocente e conhecesse seus pais. Embora Harry resmungasse ocasionalmente que sabia que Marcus não estava lhe contando algo.
Marcus não admitiu para Harry ainda que sabia algumas coisas sobre Sirius Black. E a pergunta que Harry tinha sobre como ele foi rejeitado na Tapeçaria n***a. Mas Marcus sabia que Sirius teria que contar a Harry.
Marcus estava tão perdido em seus pensamentos que não percebeu que Harry havia fugido dele. Agora, o sonserino normalmente nunca seria pego correndo a menos que isso justificasse. Mas ele percebeu que quando seu jovem namorado estava correndo em direção ao Salgueiro Lutador, esse era um bom motivo.
Foi preciso que Marcus pulasse literalmente em Harry para impedir a corrida de Grifinória.
"O que diabos você pensa que está fazendo !?" Marcus sibilou.
Harry parecia além de chocado, não esperando que Marcus o abordasse. "Precisamos ir para o Salgueiro Lutador", Harry sussurrou.
"Por que diabos precisamos fazer isso !?"
"Porque acabei de ver Ron sendo arrastado por um cachorro preto para debaixo da árvore", disse Harry como se fosse óbvio.
Marcus parecia pensar que Harry havia perdido a cabeça.
O corpo de Harry tremia ligeiramente quando ele se levantou e limpou a sujeira de suas vestes. Ele agarrou a mão maior de Marcus e o arrastou para mais perto do Salgueiro Lutador. Ele ficou cuidadosamente a vários metros de distância enquanto estudava a árvore violenta. Foi quando ele percebeu o gato de Hermione, Bichento. O gato laranja estava disparando passando pela árvore até que o gato pressionou uma maçaneta na árvore. Parou instantaneamente e foi quando Harry teve sua chance. Ele manteve o aperto forte em Marcus enquanto ele corria, passando pela árvore imóvel e deslizando para a passagem evidente perto das raízes.
Marcus deixou Harry agarrar sua mão e basicamente guiá-lo até a árvore monstruosa. O sonserino não disse uma palavra enquanto deslizava para dentro do túnel pelo qual Harry havia passado momentos antes. Ele apenas olhou ao seu redor, nunca havia passado por sua mente que haveria um túnel sob o Salgueiro Lutador.
"Deve levar à Casa dos Gritos," Harry sussurrou para Marcus.
Pareceu uma eternidade antes de Harry e Marcus entrarem na sala onde um cachorro preto e um Rony ferido estavam.
Apesar do ferimento de Ron, ele pareceu conter a língua quando viu Harry com Marcus. De alguma forma, ele não percebeu que Harry ainda estava segurando a mão de Marcus.
"Então, um cachorro realmente arrastou Weasley?" Marcus observou.
"Cale a boca, Flint!" Ron retrucou.
"Eu cuidaria da sua, Weasley. Nunca se sabe quando minha varinha escorregou ..." Marcus ameaçou enquanto segurava sua varinha na direção de Ron.
Ron pareceu empalidecer um pouco antes de sibilar de dor.
Os olhos de Marcus pareciam seguir para o cachorro preto e peludo. "Você não é um cachorro normal, é?"
Os olhos do cachorro preto pareceram se arregalar. Como se diante de seus olhos, o cachorro se transformasse em homem.
As sobrancelhas de Marcus se ergueram em interesse. Ele descobriu como Sirius Black escapou de Azkaban.
"Sirius Black!" Ron gritou.
"Cale-se!" Harry gritou com Ron.
Sirius parecia estar em péssimo estado, as roupas m*l penduradas nele. Ele estava perigosamente magro e suas bochechas pareciam sagradas. Mas parecia que seus olhos recuperaram a luz. Embora ele parecesse suspeito do garoto ao lado de Harry. Observando bem que Harry estava com uma túnica da Grifinória e seu amigo com uma da Sonserina.
"Você não tem medo de mim?" A voz de Sirius estava um pouco suave, mas audível.
"Não, não tenho. Eu sei que você não traiu meus pais. Não tenho certeza se você realmente matou 13 trouxas ou não. Mas parece que Peter foi o responsável por isso," Harry não hesitou em responder.
Sirius parecia feliz com a resposta de Harry.
"Você está louco, Potter?! Ele é um assassino!" Ron gritou com seu ex-amigo.
"Por que você não enfia o nariz onde ele realmente pertence! Obviamente, isso não é aqui", Harry sibilou.
Harry estava silenciosamente grato por Ron ter se acalmado, se não, ele pode ter jogado um atordoamento no ruivo.
"Harry, você sabe que Peter é um rato?" Sirius perguntou gentilmente.
O jovem grifinório descobriu que gostava da voz de seu padrinho, ele só queria que o homem fosse mais saudável. Harry balançou a cabeça.
Os olhos de Sirius se voltaram para Ron e Harry seguiu a visão.
As sobrancelhas de Harry se ergueram quando percebeu que Ron estava segurando Perebas, que lutava bravamente para escapar. Harry nem mesmo parou para pensar, ele enviou um atordoador para o rato e o animal imediatamente ficou imóvel.
"O que diabos você fez com Perebas!" Ron gritou para Harry.
Harry estremeceu com o grito alto, "Eu mandei um atordoador para ele. E ele não é um rato! Ele é um maldito animago. Você deveria ficar feliz em notar que está abrigando um criminoso em sua cama e casa", ele zombou.
Harry não achou que Ron pudesse ficar mais pálido, mas o ruivo conseguiu.
Não querendo ouvir mais reclamações do ruivo, Harry mandou outro atordoador para Ron e o garoto apagou como uma luz.
Sirius parecia querer protestar, mas parou quando percebeu a maneira como seu afilhado estava olhando para ele.
Harry se aproximou de Ron para dar uma boa olhada em sua perna. Ele teve que se ajoelhar para ver o ferimento. Estava muito sangrento, e ele não hesitou em desaparecer o excesso de sangue com sua varinha. Não parecia que a ruiva precisaria de um reabastecedor de sangue. Isso não era algo para o qual o menino precisava estar acordado. Grande parte da pele foi rasgada e tudo que Harry precisava fazer era a magia da pele novamente. Não havia nenhuma lesão interna real, o que tornaria a cura um pouco mais fácil. O olhar de Harry estava focado enquanto sua varinha pairava sobre a perna de Ron. As palavras foram quase inaudíveis, e Harry observou enquanto a pele lentamente se costurava de volta.
O jovem Potter lentamente se levantou e tirou o cabelo dos olhos.
Sirius parecia fascinado com o trabalho que seu afilhado fazia. Com orgulho em sua voz, "meu afilhado aspira a ser um curandeiro."
Harry olhou para Sirius surpreso, "você não está desapontado?"
Os olhos de Sirius não foram os únicos que se estreitaram.
"Eu nunca ficaria desapontado com você, Harry. Não hesitarei em dizer que aparentemente você é tão brilhante quanto Lily e James. Seus pais ficariam orgulhosos de você, eu sei que ficariam."
Os olhos de Harry lacrimejaram, mas ele se recusou a deixar cair uma lágrima.
O foco de Sirius voltou para Marcus. "Não pense que esqueci de você. Posso não te conhecer, mas por que diabos um Sonserino está rondando meu afilhado?" O tom era cortante, quase acusador.
Marcus olhou feio para Sirius, nenhum dos dois pareceu desistir do aparente desafio.
Harry suspirou, ele deveria saber que isso aconteceria. Ele foi informado que Sirius era um Grifinório. "Marcus está aqui para me proteger se necessário e pelo fato de ele ser meu namorado."
Marcus sorriu quando o queixo de Sirius caiu.
O grifinório mais velho estava além de chocado.
Harry gritou quando Sirius desmaiou inesperadamente.
O jovem Potter parecia envergonhado quando percebeu o que fez. Tentando disfarçar: "Ele acabou de desmaiar?"
"Visto que ele está inconsciente, já que eu duvido, ele decidiu tirar uma soneca," Marcus falou lentamente. "Você grita como uma menina."
Harry enviou um feitiço picante menor para o Sonserino, "Cala a boca. Eu não esperava que o homem simplesmente desmaiasse porque eu disse a ele que estava namorando um Sonserino."
"Ele é um Grifinório," comentou Marcus.
"Você não pode usar essa desculpa, você está namorando um Grifinório, afinal," Harry lembrou.
"Mais como um Hufflepuff," Marcus murmurou.
"Eu ainda conheço algumas maldições, não me faça usá-las", Harry ameaçou.
Marcus não duvidou que Harry cumpriria essa ameaça. "Feitiços que eu te ensinei ..."
Harry bufou, "talvez ... Você pode querer irritá-lo."
Marcus parecia descontente, como se preferisse que o homem estivesse inconsciente. Ele não hesitou em lançar o feitiço.
Sirius estava desorientado no início, mas teve que se surpreender ao ver Harry e Marcus. Sirius levou apenas um momento para se lembrar dos últimos eventos que ocorreram. Era difícil para o homem entender que seu afilhado estava com ... algum sonserino. Mas este era seu afilhado, Harry. Ele já se odiava por decidir ir atrás de Pettigrew e pousar em Azkaban. Ele perdeu o tempo que poderia ter passado com Harry. E ele realmente não podia dizer, mas ele iria reservar o julgamento se aquele sonserino fosse confiável para Harry. Sirius não gostou do fato de que Harry estava namorando um Sonserino.
"Sirius ..." Harry começou. "Então, eu sei que Peter realmente traiu meus pais. Mesmo que Marcus não tenha me contado, hoje prova isso. Mas você realmente matou aqueles trouxas?"
Sirius estudou seu afilhado por um momento. "Não", ele murmurou. "O traidor lançou uma maldição explosiva antes de me culpar pela morte de Lily e James. Isso foi antes de ele cortar o dedo fora e se transformar em um rato." Sirius olhou para Marcus sob uma nova luz. Ele nem sabia seu sobrenome, mas se um sonserino era o único a contar a verdade ao seu afilhado, então esse era alguém em quem provavelmente poderia confiar.
Harry mordeu o lábio, ele havia assumido isso. Marcus tinha até presumido que Sirius nunca teria matado um trouxa. "Então você não é um Comensal da Morte?"
Harry poderia jurar que os olhos de Black ficaram um pouco escuros com isso. Marcus até se aproximou um pouco mais de Harry.
"Nunca ..." Sirius murmurou. "Especialmente não depois de James e Lily. Minha família Black sempre foi conhecida por ser n***a. Mas eu me recuso a seguir esse caminho, tudo que leva é dor e morte."
"Marcus me contou," Harry sussurrou. "Mas acredito em você. Por muito tempo achei que ainda não tinha família. Ninguém me disse que eu tinha um padrinho preso, exceto Marcus. Ele nunca acreditou que você fosse culpado e isso significava que eu também não..."
Sirius se iluminou visivelmente com isso. Ele sabia que provavelmente parecia horrível, mas era de se esperar após 13 anos de exposição a Dementadores. Mas talvez ele consiga se recuperar.
"Eu vi a Tapeçaria n***a. Por que você foi rejeitado? Não acredito que foi apenas por ter sido selecionado para a Grifinória."
Sirius bufou, "Não estou surpreso que seu namorado Sonserino saiba a maior parte disso."
Os olhos de Harry endureceram, "O que isso quer dizer?"
Sirius parecia imediatamente se desculpando. "Isso não foi um insulto, Harry. Eu sei que seu namorado é provavelmente um sangue puro. Algumas dessas informações são provavelmente de conhecimento comum para eles. Embora eu não tenha certeza de como seu amigo sabia que eu era inocente. Não estou reclamando."
Harry visivelmente se acalmou. Ele já tinha ouvido o suficiente dos Grifinórios sobre sua amizade com Marcus. A última coisa que Harry queria era ouvir o mesmo preconceito com alguém que ele poderia considerar da família.
"Não, eu não fui renegado por ser um Grifinório. Minha família decidiu que eu pegaria a Marca n***a. Que é a marca de Voldemort. Eu recusei, fugi para a casa do seu pai. Sempre fui bem-vindo nos Potter. Essa foi a gota d'água para minha querida mãe e me deserdou da Árvore Genealógica n***a ", explicou Sirius.
Harry piscou algumas vezes, mas fez mais sentido do que ser rejeitado por ser um grifinório.
"Sirius," Marcus tentou chamar a atenção de Sirius.
Sirius olhou de Harry para o Sonserino.
"Você ainda é Lord Black, correto?"
Sirius estreitou os olhos, imaginando aonde o sonserino queria chegar. "Minha família aparentemente me adicionou de volta à família depois que fui preso."
Marcus acenou com a cabeça.
Harry olhou para Marcus, curioso com o que seu namorado queria dizer.
"Você se oporia a me oferecer refúgio em uma de suas casas?" Marcus perguntou hesitante.
As sobrancelhas de Harry e Sirius se ergueram. Nenhum deles esperava isso dele. E Harry tecnicamente conhecia Marcus muito melhor do que Sirius jamais conheceria.
"Qual é o seu sobrenome?" Sirius perguntou, quase ignorando a pergunta.
"Flint." A resposta exigia apenas uma palavra.
"Você me lembra um pouco de mim mesmo. Não te culpo por querer ficar longe de sua mãe e de seu pai. Eu tenho um lugar em mente," Sirius sorriu.
Harry ficou boquiaberto com seu padrinho. Ele não tinha certeza se podia acreditar no que estava ouvindo. Embora fosse mais uma questão de Sirius concordar em deixar seu namorado morar em uma de suas casas. Harry não poderia dizer que ficou surpreso com o pedido de Marcus. O sonserino não deu a ele muitas informações sobre sua família, mas era evidente que eles eram além de horríveis. Talvez os pais de Marcus fossem piores do que Dursleys, embora em um nível de bruxos. Se Harry fosse ser surpreendido por Marcus, seria porque ele perguntou a alguém que ele realmente não conhecia. Mas ele sabia que Marcus poderia dizer que ele já confiava em seu padrinho, o que significava que Marcus tentaria estender a mesma cortesia. Embora Harry estivesse silenciosamente grato por Marcus estar fora do alcance de sua família. Mesmo que tentassem algo, ele estaria sob a proteção de seu padrinho.
Marcus não era tão r**m quanto Harry, ele não abriu a boca para Sirius. Mas ele ainda estava um pouco chocado, esperando que o homem rejeitasse seu pedido. Marcus sabia que provavelmente subestimou o homem, embora ele tenha entendido o que Sirius quis dizer. Marcus provavelmente lembrava Sirius um pouco de si mesmo. Afinal, o homem fugiu para o Potter's na juventude. E como Sirius, era para escapar de sua família sombria, mas Marcus nunca seria considerado um Grifinório.
Marcus acenou com a cabeça para Sirius em agradecimento. Foi então que Marcus voltou sua atenção para o ruivo inconsciente. "Você não acha que precisamos levá-lo até a Madame Pomfrey?"
Sirius não disse uma palavra, observando seu afilhado e seu namorado interagirem.
Harry encolheu os ombros, "ele vai ficar bem. Eu iria deixá-lo na Ala Hospitalar. Poppy definitivamente vai checar para ter certeza, no entanto."
Marcus bufou, "você não se importa de qualquer maneira, não é?"
Harry sorriu, "depois deste ano. Não realmente ..."
"Vocês dois parecem um par e tanto," Sirius sorriu para eles.
As bochechas de Harry esquentaram ligeiramente. "Obrigado, Sirius. Ainda precisamos tirar você daqui e entregar Pettigrew. Você pode ser livre ... Um homem inocente."
Um pouco do olhar assombrado nos olhos de Sirius desbotou ligeiramente. Como se nunca ocorresse a ele se Pettigrew fosse pego.
"Como você está tirando Sirius daqui? Duvido que seja uma boa ideia ele sair por aí como seu animago," Marcus perguntou a Harry enquanto eles passavam pela passagem.
Sirius parecia divertido quando seu afilhado praguejou baixinho.
Marcus revirou os olhos antes de olhar para Sirius. "Você sabe como fazer uma chave de portal?"
Sirius sorriu, "uma chave de portal ilegal, hein? Eu posso fazer isso."
Todos os quatro conseguiram sair, embora Marcus tivesse Ron levitando em seu estado inconsciente, com Pettigrew agarrado em suas mãos.
Harry parecia confuso com o que eles queriam dizer com chave de portal. Ele percebeu que poderia perguntar a Marcus sobre isso mais tarde ou ser mostrado o que era.
Marcus não hesitou em dar a varinha de Ron a Sirius temporariamente para fazer a chave de portal. Felizmente, o Weasel ganhou uma nova varinha depois que quebrou a sua no segundo ano.
Sirius acabou pegando uma bota velha e rasgada. Não era perfeito, mas era um objeto de uso. Sua voz era baixa quando ele pronunciou o feitiço, "portus".
A bota brilhou por um momento, o feitiço havia se firmado.
"Vou mandar uma chave de portal para você no verão," Sirius olhou para Marcus. Ele não hesitou em puxar Harry para um abraço apertado. "Espero ver você em breve, Harry."
Harry sorriu, "eu também, Sirius."
Foi quando Sirius agarrou a bota velha e ele se foi.
Harry ficou boquiaberto com o local onde Sirius desapareceu. "Ele acabou de aparatar?"
Marcus bufou, "Eu acredito que ele acabou de usar uma chave de portal, Harry."
O grifinório bufou, "cale a boca. Nunca soube o que era uma chave de portal até hoje."
"Agora você sabe. Vamos voltar para o castelo e levar Weasley para a Ala Hospitalar. Você ainda tem exames para se preocupar."
"Como se você não tivesse exames também. Afinal, você tem NIEMs este ano", Harry resmungou.
"E você não deveria estar se preparando para os NOMs daqui a dois anos?" Marcus apontou.
Harry ignorou Marcus enquanto caminhava em direção ao castelo, "Você não deveria colocar Pettigrew em uma gaiola, para que ele não escape?"
Harry não percebeu Marcus acenando com a cabeça quando o sonserino conjurou uma pequena gaiola, não era muito glamorosa, mas daria certo. Não querendo tocar no rato, ele o levitou para dentro da gaiola. Ele não hesitou em adicionar proteções animagas. "Isso deve resolver isso, eu sugeriria falar com Madame Bones. Ela pode facilmente cuidar desse caso da maneira certa."
Marcus sabia que Harry levaria suas palavras a sério e provavelmente o apreciava ainda mais. Marcus não tinha certeza do por que Harry faria isso, mas ele ficaria grato por ter o corvo com ele.
Quando Harry trouxe Rony para a Madame Pomfrey, ele não ficou surpreso quando ela perguntou o que aconteceu. Harry não disse muitos detalhes, exceto que viu o menino ser atacado por um cachorro de rua.
Poppy pareceu acreditar na palavra de Harry enquanto examinava o menino. "Você foi muito bem," elogiou Pomfrey. "A única coisa que ele realmente precisa é de uma poção para aliviar a dor, se necessário."
Harry sorriu, era bom saber mesmo com tudo que estava acontecendo que seu progresso como curandeiro estava indo bem. O grifinório só esperava que tudo o que Marcus quisesse fazer, fosse da maneira que ele queria também. Marcus nunca disse o que queria fazer e Harry nunca perguntou.
O grifinório estava insanamente curioso como seria a casa em que Sirius e Marcus provavelmente viveriam. Parte dessa curiosidade era se a casa seria uma das casas da família Black. Então não seria uma das casas de Harry, já que sua avó era n***a?
Demoraria mais algumas semanas e depois dos exames para que Harry recebesse sua pontuação. Silenciosamente feliz por ele não ter esperado o verão como o quinto ano teve que esperar para seus NOMs
Harry estava muito bem ciente do sistema de notas agora e então pulou a parte em que explicava o que cada série significava.
Defesa Contra as Artes das Trevas - O
Transfiguração -
Poções EE -
Feitiços EE -
Herbologia EE -
História da Magia EE - A
Astronomia - A
Cura - O
Cuidado das Criaturas Mágicas - EE
Harry olhou para sua pontuação e sorriu. Ele tinha feito muito melhor do que pensava. Ele tinha certeza de que teria reprovado em Poções, mas essa não era uma opção para ele se quisesse ser um Curador. Se ele mantivesse essas notas altas, ele definitivamente seria capaz de passar nos NOMs em dois anos e passar para as aulas de NIEM. Harry definitivamente queria perguntar a Marcus o que ele tirou nos exames.
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