cap 58 não sei se quero

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Renata - Rio de Janeiro, 19 de agosto, Complexo da Maré. — E aí como foi? — Falcão perguntou deixando o celular de lado e me oferecendo um abraço com os braços abertos. Eu estava chateada com ele por não ter me avisado, mas não neguei seu abraço, eu tava precisando. Me encolhi no colo dele na cama e ele fez um carinho nas minhas costas. — Eu perdoei. — falei e ele me encarou dando um sorriso de lado. — Mas...? — ele falou, já sabendo que não foi só isso. — Eu não sei se quero eles perto de nós. Não sei se posso confiar que eles não vão virar as costas de novo na primeira frustração. E eu não penso só por mim, eu penso por Kauã. Ele não merece passar por isso. Você acha que eu fiz m*l? — Eu não vou te dizer o que fazer, princesa. Mas se você não se sente à vontade perto deles, pensa

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