cap 14 pagode

1217 Palavras

Renata. — Rio de Janeiro, 26 de fevereiro, Complexo da Maré. 10 dias depois. Rio de Janeiro não estava perdoando nenhum trabalhador com o sol absurdo. Eu tinha acabado de deixar Kauã com Tamires e estava indo pro trabalho, cerca de quatro e quinze da tarde. Dona Ana tinha acabado de mandar mensagem avisando que abriríamos o bar meia hora antes, por ser sexta-feira e também por hoje ter pagode lá no bar — a gente fecharia mais tarde. — Boa tarde, dona Ana. — cumprimentei ela assim que cheguei e vi que estava colocando umas cadeiras no lugar. — Oi filha, boa tarde! — ela sorriu. — Me desculpa avisar em cima da hora, eu tinha esquecido do pagode de hoje. — Não, sem problema! — falei pra ela que parou na minha frente e limpou uma gota de suor na testa. — Você pode começar colocando as b

Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR