Ah, mas que presente bom que caiu no meu colho! Depois que o caboco Bento acabou de se acabar em cima da moça, eu já tava mais duro que p*u de cercado velho, pronto pra outra. A Laysla tava lá, deitada no feno, toda melada, os peito subindo e descendo, e eu não perdi tempo. — Agora é minha vez, cabritinha... Cheguei perto, agarrei ela pela cintura e virei ela de quatro, igual cachorro no monte de lixo. Ela gemeu, mas não reclamou, só olhou pra trás com aqueles olho cheio de malícia. — Vai me comer assim, novinho safado? — Vou botar tudo em você! Não avisei, não pedi licença. Meti o p*u nela de uma vez, até o talo, e ela gritou, mas era grito de quem gosta. Tava quente por dentro, molhadinha ainda por causa do Bento e do Isidóro, e eu já comecei a bater forte, as coxa batendo nas nád

