Raphael
Assim que Eva sai pela porta eu a tranco e me encosto nela. O que diabos acabou de acontecer? Eu tinha aplicado o teste para a turma e tinha me sentado na cadeira e por um instante me distraí. No momento em que eu levantei os olhos novamente e olhei a turma vi a Eva olhando para baixo e quando segui seu olhar vi sua saia levantada e eu seria hipócrita se dissesse que de onde eu estava não dava para ver um pedaço de sua calcinha de renda. Na mesma hora senti o sangue correr pelas minhas veias com a cena. Eu a encarei até que ela levantou o rosto e me viu olhando para ela. Ela sabia que eu tinha visto o que ela estava fazendo, mas sabe o que ela fez? Simplesmente continuou como se nada tivesse acontecido. Como se eu fosse deixar isso passar sem falar nada. Eu não gostava nenhum pouco dos alunos que colavam nas minhas provas, de fato eu geralmente quando os pego fazendo isso dou logo um zero na prova, mas não sei porque eu não queria fazer isso com a Eva. Minha intenção era apenas dar uma advertência verbal a ela, apenas para que ela não fizesse mais isso. Por isso eu pedi para que ela esperasse para que eu pudesse conversar com ela, mas quando ela começou a negar e a me desafiar com aquele nariz empinado e aqueles olhos desafiadores, não consegui resistir a provar para ela que eu estava certo. Eu sei que tive uma atitude extremamente errada em levantar a saia dela, diabos eu poderia até perder o meu emprego por isso se ela resolvesse me acusar. Mas em minha defesa eu não tinha tido qualquer malícia ao fazer aquilo nela, eu acho que nem estava pensando direito. Aquela garota me causa umas reações que eu mesmo não entendo.
Quando por fim visualizei aquela fórmula no mesmo instante a soltei, mas ela agarrou minha mão e a levou até a sua b****a. Até agora eu não conseguia acreditar na ousadia daquela garota, nem as mulheres da minha idade com as quais eu tinha saído ou até mesmo Lídia tinha feito algo tão ousado. Mas eu não deveria me surpreender depois do que ela disse na frente da turma quando perguntei sobre seu atraso. Ela confessou abertamente, olhando nos meus olhos que tinha se atrasado porque acordou com t***o e tinha se masturbado. O pior foi que mesmo sem querer eu tinha imaginado a cena na minha cabeça e fiquei imediatamente e******o. Essa garota era um problema, eu tinha certeza que ela me traria ainda muitos problemas eu penso olhando para a mesma mão que ela colocou na sua b****a minutos antes e meu p*u que não tinha abaixado totalmente volta a subir... merda. Ela tinha me pegado de surpresa sim, com sua reação rápida, mas o pior foi que eu tive que me forçar a tirar minha mão dali. No instante em que eu senti seu calor nos meus dedos, por muito pouco eu não a toquei ali, a vontade que me tomou foi quase que incontrolável. Eu teria que manter o máximo de distância dessa garota de agora em diante. Ouço uma batida na porta e p***a, meu p*u ainda está duro como uma rocha. Por que raios ele não abaixa? Com a Lídia ontem ele baixou quase que instantaneamente. Dou um suspiro e ando rápido em direção a mesa pego minhas coisas coloco dentro da pasta e vou em direção e a porta e abro, tendo o cuidado de manter a pasta casualmente em frente a minha virilha.
— Desculpe atrapalhá-lo Raphael, mas eu gostaria de falar com você um instante. — Diz a diretora Geórgia.
— Não está atrapalhando Geórgia. Aconteceu algo? — Era uma mentira. Claro que ela estava atrapalhando. Pelo amor de Deus, eu estava com a p***a do p*u duro por causa daquela ninfeta e ele não queria abaixar por nada. Droga. Nesse instante me passa pela cabeça que a Eva possa ter reclamado algo depois que sair daqui.
— É que uma aluna me procurou hoje relatando dificuldades de aprendizado na sua matéria e pediu aulas de reforço.
— Ah sim, e quem é a aluna?
— É a Eva Knnox, ela me mostrou a nota do teste. Acho que temos que valorizar esses alunos que se esforçam para melhorar não é mesmo? — Ela pergunta, mas minha mente está agora tentando entender esse pedido da Eva. Ela praticamente saiu da minha sala depois do que aconteceu entre a gente e foi em direção a diretora para fazer esse pedido. O que ela está querendo com isso? Será que seu pedido de aulas de reforços era sério ou será que tinha segundas intenções por trás disso?
— Sim, claro. Irei avaliar o caso da Eva, como você sabe algumas alunas pedem aulas com outros pensamentos em mente.
— Obviamente. Hoje mesmo recebi duas assim. Vieram com história de que queriam aula de reforço e quando fui verificar suas notas eram notas muito boas em matemática. E quando identifiquei a malícia no pedido e as dispensei antes de vir perguntar para você. Mas não acho que esse seja o caso da Eva. Ela parecia realmente preocupada com sua nota no teste.
— Bom, nesse caso diga a ela que darei as aulas para ela às segundas, quartas e sextas, depois do horário normal de aulas. — E eu pretendia avaliar bem de perto se ela estava sendo sincera nisso ou não. Eu tinha muita experiência em alunas que tentavam usar desse subterfúgio achando que eu cairia nos seus encantos enquanto estivesse sozinha com elas, mas assim que eu descobria as suas intenções eu encerrava as aulas. Eu descobriria se a Eva falava sério ou não.
— Obrigado Raphael, direi isso a ela. — E com isso ela se despede e vai em direção a secretaria. E eu vou em direção ao banheiro e lá lavo meu rosto com água fria, como se isso pudesse espantar os pensamentos sobre a Eva. Quando termino vou em direção a minha última aula, onde também daria um teste. Eu só espero que não encontre outra doida como a Eva... Maldita ninfeta essa Eva.