Capítulo 22

1368 Palavras

Raphael Ouço o som da porta batendo assim que Eva passa por ela. Mas que merda! Sinto os tendões da mão protestarem com o soco que dou na parede. Eu sabia que não daria certo essa história de ensiná-la aqui em casa. Eva era uma garota totalmente imprevisível e eu não podia negar que não estava totalmente imune a ela. Assim que me acalmo, pego meu celular e olho a hora. Já está tarde, será que ela conseguiu um táxi para levá-la? Resolvo mandar uma mensagem. Uma garota como ela andando por aí a noite sozinha é o prato cheio para qualquer vagabundo m*l intencionado. Após três mensagens e vários minutos, aquela ninfeta não me retornou nenhuma das mensagens. Passo as mãos no cabelo, coloco as chaves do carro no bolso. Desço até o térreo e olho em volta, nada da Eva. — Senhor Santiago? — Me

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