A ÁRVORE DOS MORTOS Pedro observa pela a janela do carro o vale repleto de capim dourado, uma grande árvore existente bem no meio da plantação sem folhas e com galhos secos deixa uma imagem estranha naquele lugar no fim da tarde que se aproxima lentamente, o veículo agora percorre a estrada de terra batida com baixa velocidade, à poeira não chega a incomodar. Adiante um homem montado em um cavalo baio parece esperar o carro, após parar o veículo senhor Paulo baixa o vidro da porta e puxa conversa com o cavaleiro, que gentilmente corresponde. - Boa tarde senhor Paulo. – Diz o cavaleiro retirando o chapéu da cabeça. - Boa tarde Senhor Martins, como vai. – Responde senhor Paulo com um sorriso nos lábios. Em desatenção a conversa de seu pai e o c

