CAPÍTULO XIV A ÁRVORE DOS MORTOS

1578 Palavras

A ÁRVORE DOS MORTOS             Pedro observa pela a janela do carro o vale repleto de capim dourado, uma grande árvore existente bem no meio da plantação sem folhas e com galhos secos deixa uma imagem estranha naquele lugar no fim da tarde que se aproxima lentamente, o veículo agora percorre a estrada de terra batida com baixa velocidade, à poeira não chega a incomodar.           Adiante um homem montado em um cavalo baio parece esperar o carro, após parar o veículo senhor Paulo baixa o vidro da porta e puxa conversa com o cavaleiro, que gentilmente corresponde.      - Boa tarde senhor Paulo. – Diz o cavaleiro retirando o chapéu da cabeça.      - Boa tarde Senhor Martins, como vai. – Responde senhor Paulo com um sorriso nos lábios.           Em desatenção a conversa de seu pai e o c

Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR