CAPÍTULO XXI A MISTERIOSA MULHER DO POÇO AZUL

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MISTERIOSA MULHER DO POÇO AZUL             Cheguei já bem tardezinha e vagando pelo cerrado observei pelos dois lados da simples estrada de terra com difícil acesso ao Poço Azul que a paisagem era invariável, impessoal, sem expressão, uma escassez de vegetação, um ocre sem riqueza de sombras, era tudo que se podia ver ali além da poeira que meu carro levantava.          O calor estava intenso, o sol ainda muito quente reinava no céu ainda sem qualquer nuvem vagando pelo céu azul. Após algum tempo avistei as cachoeiras do Poço Azul, parei por um instante e vi quanta beleza havia ali.          Chegando bem perto do Poço Azul fui recebido por meus amigos que logo se manifestaram:     - Isso e lá hora de chegar a um paraíso desses, está chegando bem na hora que estamos indo embora. – Diz

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