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1717 Palavras

Victoria Ele faz uma carranca e eu acho adorável a forma como ele é tão grande e durão, mas ao mesmo tempo parece uma criança birrenta, é tão fofo porque é natural, ele realmente é assim e para ser sincera, não sei se quero que mude agora que vai ter contato com seu povo e com várias outras coisas. — Até quando vou ser privado de compartilhar sexo com minha fêmea? — cruza os braços franzindo as sombrancelhas e eu sorrio. — Até quando você melhorar. — falo e me sento na beirada da cama. Ele grunhe. — Então venha se deitar comigo. — ele se afasta um pouco para o lado, dando-me espaço. Isso é algo que estamos fazendo de forma recorrente. Eu me deito com ele na cama e passamos horas conversando sobre várias coisas. — Vamos tomar café da manhã primeiro. Aqui está o seu remédio. — ergo o

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