- O que vocês costumam comer na noite de karaokê? - perguntei andando ao lado do Finn que empurrava um carrinho pelo corredor do mercado. Nosso caminho até aqui havia sido muito divertido, afinal, passamos o caminho inteiro cantando as músicas que tocavam no rádio, vez ou outra rindo das imitações que fazíamos ou das tentativas falhas de cantarmos um rap. Eu gostava da companhia do Finn , era algo simples mas bom, simples porque eu sentia que eu poderia ser eu mesma com ele sem me preocupar se ele me julgaria ou não. Já que nós dois falávamos bobagens juntos, e eu adorava isso nele, ele não tentava manter uma pose de durão ao meu lado, tanto que eu quase morri de rir quando uma abelha pousou nele no estacionamento e logo havia um homem de quase 1,80 gritando e pulando no estacionamento t

