Saulo Prado O dia m*l se instalava, saltei da cama, algum tempo depois entrava no carro em direção ao escritório, enquanto falava com a minha mãe, que parecia ter ganho na loteria quando lhe disse onde estou ficando. Ela ainda esperava que o meu pai me tratasse como um filho, e ceder a chácara parecia ser o início disso para ela. Confesso que a sua animação até me empolgava, embora já não buscasse mais este reconhecimento. Cheguei a Prado cedo, uma movimentação hostil se formava a espera do elevador, fui direto para a escada de serviço. Os outros setores eram lotados, mais por mulheres, trazendo uma competição de perfumes entre si, subi os degraus com paz e sossego enquanto pensava na conversa com a minha mãe. Ela ainda acreditava que eu ficaria em Sobral ajudando a família do meu pai

