ANGELINA DA COSTA Após um sexo intenso, continuei deitada com a cabeça apoiada ao peito de Saulo. Ouvir da sua boca que o que ainda o mantinha em Sobral era eu despertou algo diferente dentro de mim. Uma mistura de alegria e felicidade, aquela sensação única de ser desejada e correspondida. Ele brincava com meus dedos entre os seus, enquanto eu escutava a respiração dele se acalmando contra o meu ouvido. Estávamos nus, em sua cama, envoltos por uma i********e que ia além do físico. — Vai ser difícil daqui pra frente, com uma terceira pessoa no escritório... — murmurei, sem coragem de encará-lo. — A gente precisa ter o máximo de cuidado e discrição. Eu não sei, Saulo... o jeito que a Dra. Francesca me olhou hoje, eu não gostei. Claro, ela e Débora sempre se enfrentaram, mas eu nunca me en

