Capítulo 37-Azeda

1312 Palavras

Angelina Garcia — Chega! — Fernando ainda ria quando doutor Saulo pegou o garfo da minha mão. — Está vendo? Ele ainda age assim. — Comentei, observando Saulo olhar para o pai, que me fitava. Eu não resisti quando ele tomou o garfo; cedi, satisfeita por ele ter comido ao menos algumas verduras e vegetais. Seu semblante parecia um pouco melhor. Eu não compreendia muito bem a dinâmica entre pai e filho. Tampouco entendia como Fernando havia conseguido colocar o filho fora do casamento naquela cadeira, à frente de um dos negócios da família. Ou talvez compreendesse… Ter presenciado o trabalho de Saulo em duas audiências dizia tudo. Doutor Saulo dominava uma persuasão invejável, e, embora viesse de uma faculdade pública, sua dedicação e rigor ao estudar cada caso eram impressionantes. — O

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