Cap 34

1596 Palavras
Mia Robert Passei o dia aprendendo tudo o que podia com a senhora Spencer, ela havia me dito que o senhor Miller era bem exigente e isso me deixou apreensiva, temia não atender as espectativas dele. Ela também me disse que ele era um tanto m*l humorado, mas isso eu já sabia, em nossos encontros no elevador nunca vi o homem dar nenhum sorriso. Ele era sempre sério com suas respostas curtas e rabugentas. De qualquer maneira eu tinha que ver aquele novo cargo como uma espécie de promoção era como Lian havia me dito, eu estava subindo de posição na empresa e isso não era algo r**m. Só esperava que meu corpo não tivesse aquelas reações estranhas quando estivesse perto do meu novo chefe. Dante Miller parecia ter algum poder sobre mim, não sei ele me era familiar de alguma forma, e sempre que o via meu coração batia acelerado. Senhora Spencer_ Você aprende rápido garota, amanhã já posso ir para o setor de Marketing, tenho certeza de que vai dar conta de tudo aqui. A senhora Sepencer comentou com sorriso satisfeito. Mia_ Mas e seu tiver alguma dúvida? Oi não souber onde está algum documento? Senhora Sepencer_ Basta ligar para mim, também vou te ligar caso tenha alguma dúvida. Mia_ Tudo bem, acho que isso vai funcionar para mim. Ela assente e olha no relógio antes de se voltar para mim. Senhora Spencer_ Bem acho que chegamos ao fim do expediente, leve esse documentos para o senhor Miller e veja se ele precisa de mais alguma coisa. Pego a pasta com os documentos e sigo em direção a porta. Desde que cheguei aqui ainda não o havia visto, ele não saiu de sua sala em nenhum momento. Respirando fundo e tentando controlar o nervosismo sem sentindo que me aflingia dou uma leve batida na porta, não preciso esperar muito até ouvir um entre vindo lá de dentro. A voz é groça e me faz ter uma sensação de déjá vi, por um momento me lembro do dia em que conheci o Imbatível, droga não é hora de eu pensar naquele mascarado nem sei porque ele me veio a mente. Abro porta devagar e entro em silêncio. Fico parada olhando a enorme sala decorada com um luxo que nunca antes vi, até que meu olhos se fixam nele sentado em sua mesa de cabeça abaixada concentrado em algum coisa que está lendo. Observo sua figura, Dante é um homem muito bonito já havia notado isso desde a primeira vez em que o vi, mas nunca pude obseva-lo de verdade assim com tantos detalhes, como a forma como o blase se prende as músculos proeminentes dos braços dele, os cabelos meio bagunçados do tipo que dá vontade de deslizar os dedos pelos fio para arrumar, e o rosto bonito, com um queixo quadrado que lhe dá um ar mais másculo. Dante _ Vai ficar aí parada me secando ou vai me entregar os documentos. Fala sem levantar o rosto e me pergunto como ele sabia que eu o estava observando. Mia_ Não estava te secando, eu. . . Só não sabia se podia me aproximar, vocé. . . Quer dizer, o senhor, parecia tão concentrado. Isso não é totalmente uma mentira eu realmente não sabia de podia me aproximar ou se tinha que esperar por uma autorização. Dante_ Já terminei aqui, traga-me os documentos, ler todos ainda hoje para saber se está tudo certo para assinar. Deixo os documentos em sua mesa ele passa os olhos rapidamente por algumas folhas. Dante_ Isso aqui parece estar muito bom, foi você quem os redigiu? Mia_ Sim senhor, a senhora Spencer só me explicou do que se tratava e eu fiz o resto. Dante_ Ainda vou ler com mais calma, em uma leitura rápida e possível ver que se atentou a todos os detalhes que pedi. Mia_ Fico feliz que esteja tudo a seu gosto, preciso de mais alguma coisa ou já posso ir para casa? Ele parou de folear os documentos e olho as horas em seu relógio de pulso de uma marca exclusiva. Dante _ Nossa já passa das seis, pode ir senhorita Robert, não vou precisar de mais nada por hoje. Mia_ Ok, até amanhã então. Começo a andar em direção a porta mas para no meio do caminho e volto a me virar para ele. Mia_ Senhor Miller posso te fazer uma pergunta? Ele ergue o olhar para mim e eu luto contra o instinto de me encolher, esse homem exala perigo e dominância. Dante_ Fale. Mia_ Porque trouxe para trabalhar aqui? Dante_ Porque eu quis. Mia_ Isso não é uma resposta. Dante _ Tá certo, foi porque eu vi que você é boba demais, ou talvez inocente demais, não sei, ainda estou decidindo, mas como ficou claro que você não sabe se defender sozinha achei melhor te trazer para perto de mim, onde eu possa manter os meus olhos em você. Mia_ Sou grata por sua ajuda essa manhã, mas não é sua obrigação cuidar da minha segurança e não acho certo retirar a senhora Spencer do cargo dela só por isso. Dante _ Pena que a sua opinião não conte nesse caso, senhorita Robert, agora se me der licença eu preciso terminar isso aqui. Diz erguendo os documentos para mim. Mia_ Mas que homem mais arrogante e intragável. Murmuro para mim mesma. Dante_ Eu ouvi isso senhorita Robert, pare de resmungar e esteja aqui amanhã às oito, seja pontual, odeio atrasos. Não respondo nada, decidida a sair dali o mais rápido possível. A senhora Spencer ainda está me esperando quando volto para a nossa mesa e eu tento parecer tranquila para não deixá-la preocupada, mas a verdade é que tenho a impressão de a convivência entre Dante Miller e eu vai ser bem complicada. Senhora Spencer_ E então, correu tudo bem? Mia_ Sim, ele disse que os documentos estão bem redigidos e nos liberou para ir para casa. Senhora Spencer_ Ótimo, falei que você ia dar conta, vamos para casa, amanhã já sabe, qualquer coisa que precisar basta me ligar. Mia_ Ligarei sim. Respondo com um sorriso e nos duas juntamos nossas coisas para ir embora. Descemos o elevador juntas mas ela dessa para o estacionamento pois tem carro próprio, já eu vou para o metrô, agora que tenho somente um emprego não posso ficar me dando ao luxo de pegar táxi todos os dias. O salário é bom e acredito que agora como secretária da presidência terei um aumento, mas acho melhor economizar e ter uma reserva para o caso de alguma emergência. Nunca se sabe o que o futuro nos reserva. Chego em casa por volta das sete e vou direto para o banho, estou exausta e nesse momento fico grata por não ter que ir mais para a Arena. Visto uma camisola fina de alcinhas bonita e confortável e deixo meus cabelos úmidos soltos para secarem naturalmente. Desço até a cozinha e faço algo rápido para comer. Janto ali mesmo no balcão tamanha é a minha fome e depois lavo tudo que sujei. Subo escovo os dentes e olho a cama decidindo se devo me deitar ou não mas ainda não são nem nove horas, se for dormir agora, com certeza acordarei mais tarde e perderei o sono. Decido ir para a sala e assistir a um filme na televisão que Lian e Brandon me deram. Deito no sofá e escolho um filme qualquer para assitir apenas para distrair a mente, mas não consigo prestar atenção na história, meus pensamentos se voltam para o Imbatível, para a noite em que me entreguei a ele, lembro-me de como ele me fez gozar usando a boca e de como me senti quando ele me preencheu por completo, doeu, e muito, mas eu queria que ele tivesse continuado. Porque ele parou? Será que foi porque não gostou? Será que ele curte virgens? Ou será que é porque ele me achou r**m de cama? Perdida em meio a esse pensamentos acabado pegando no sono ali mesmo e acordo em um sobressalto ouvindo um barulho no andar de cima da casa. Olho o relógio na parede e vejo que já passa da meia noite. Outro barulho dessa vez mais alto me deixa em alerta e eu me levanto em um sobressalto. Procuro pelo meu celular para o caso de precisar ligar para a polícia, mas lembro que deixei o aparelho no meu quarto que para o meu azar fica no segundo andar. Penso em sair de casa e procurar ajuda quando ouço barulho de passos lá em cima, mas onde eu iria? Ninguém vai abrir a porta para uma garota de camisola uma hora dessas. Munida de uma coragem que não sei de onde tirei, vou até a cozinha e pego uma faca em seguida começo a subir as escadas devagar, minha intenção é chegar ao quarto e pegar o meu telefone para ligar para a polícia. Chego ao fim da escada sem escutar mais nenhum barulho, meu coração está batendo tão forte que parece que vai sair pela boca e minhas mãos tremem me fazendo quase deixar a faca cair. Consigo chegar ao meu quarto e abro a porta apressada trancando-a logo em seguida, mas cometi o erro de não olhar se tinha alguém ali antes de me trancar lá dentro. No momento em que me afasto da porta alguém se aproxima de mim por trás e tapa a minha boca imobilizando o meu corpo e fazendo com que eu solte a faca. . . . _Sentiu minha falta minha pequena Afrodite. . .
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