Mia Robert
Dante_ Já acabou? Não sou conhecido por ser paciente.
A voz grossa e um tanto ansiosa do Imbatível se faz presente.
Ainda chorando me levanto e ajudo Nataly a se levantar também, ela não está machucada, mas parece muito abatida, seu corpo ainda treme e eu não queria deixá-la ali sozinha, mas sabia que o Imbatível não ia estava disposto a esperar por mais tempo.
Além disso, agora eu teria que lidar com meu próprio drama, tinha feito a única coisa que jurei que jamais faria, vendi o meu corpo, como se fosse uma mercadoria.
Perderia a única coisa que nunca pensei que pudessem me tirar depois de tudo que passei naquele orfanato, a minha dignidade.
Mia_ Eu preciso ir, falei limpando as lágrimas dela, você vai ficar bem?
Nataly_ Não precisa fazer isso Mia.
Ela me chamou pelo meu nome verdadeiro na frente de todos ali, mas não me importei, depois dessa noite nunca mais colocaria os pés nesse lugar.
Mia_ Você sabe que preciso Nat, não posso deixar que eles te matem.
Nataly _ Nunca vou esquecer o que está fazendo por Mia, nunca!
Disse segurando as minhas mãos e as beijando.
Dante_ Chega desse drama todo, vamos logo!
Olhei para o Imbatível com raiva mas não disse nada, não podia correr o risco dele desistir de pagar a dívida da Nat.
Me afastei dela, pronta para segui-lo, mas ela ainda tentou me impedir, bastou um olhar do Imbatível para o seguranças agissem contendo-a.
Mia_ Estou pronta, já podemos ir.
O Imbatível se aproximou de mim com toda a sua arrogância e me pegou no colo.
Dei um grito assustado e instintivamente levei as mãos ao pescoço dele para me segurar.
Ainda ouvi as risadas dos seguranças e o soluços da Nat quando ele virou o corredor comigo e passou direto pela sala em que costumava ficar.
Olhei para ele confusa quando o vi seguir um caminho que ainda não conhecia na Arena.
Mia _ Para onde está me levando?
Perguntei, mas não obtive nenhuma resposta.
Ele continuou andando até parar um ala que se parecia mais com uma espécie de apartamento e entrou em um quarto.
Sim, era um quarto de verdade e tinha até o cheiro dele.
Mia_ Vo. . .cé mora aqui?
Dante_ Não.
Falou seco.
Mia _ Então é aqui você tras as mulheres com quem fica?
Dante _ Sabe que sempre fodo na minha sala privada, nunca trouxe nenhuma mulher nesse lugar.
Mia_ Então, porque estou aqui?
Questionei quando ele me jogou na cama sem nenhum cuidado, não que eu tivesse me machucado a cama era grande macia.
Dante_ Porque espero tempo demais para comer a sua b****a e quero aproveitar isso ao máximo.
Foi só o que disse, mas a resposta não fez sentido nenhum para mim.
Mia_ Imbatível eu. . .
Tentei dizer que nunca tinha feito isso ante e pedir para ele ir devagar, o homem é enorme, e estava com medo do que ele poderia fazer comigo, mas ele colocou um dedo em minha bocae impedido de falar.
Dante_ Não quero ouvir nada vindo da sua boca a partir de agora a não ser os seus gemidos enquanto te fodo.
Mia_ Mas. . .
Dante _ Cala a boca, p***a, paguei caro pelos seus serviços então só faz o que estou mandando.
A humilhação fez um lágrima silenciosa escorrer pelo meu rosto, mas ele não viu, pois estava apagando as luzes deixando somente os dois abajures ligado.
O quarto não ficou totalmente escuro, eu ainda podia vê-lo, e ele a mim mas a pouco luz me trouxe um certo conforto já que era a primeira vez que ficaria nua na frente de um homem.
Ele se sentou na beira da cama e olhou para mim.
Dante_ Quero que se levante e tire a roupa para mim.
Mia_ O que? Tipo um. . . Estrepeatese?
Dante _ Chame como quiser.
Mia_ Eu . . . Não. . .
Dante _ Agora, c*****o! A não ser que queria que eu volte lá e diga ao Carlo que não vou pagar a dívida da sua amiguinha i****a.
Engoli em seco segurando as lágrimas que se acumulavam no canto dos meus olhos e me levantei ficando na frente dele.
Dante_ Primeiro solte os cabelos.
Falou com a voz rouca, parecendo afetado pelo momento e despachei o coque que havia mais cedo para trabalhar, deixando meus caixos negros caírem livremente por minha costas.
Dante_ Agora tire a roupa.
Disse sem tirar os olhos de mim por um segundo, era como se ele tivesse hipnotizado.
Nervosa em com o coração disparado tirei minhas botas e olhei para ele que continuava me observando daquele jeito estranho.
Em seguida respirei funda antes de tirar a blusa e ficar só de sutiã.
Depois foi a vez da calça jeans, minhas mãos tremiam tanto que eu demorei mais do que o normal para abrir os botões dela.
Fiquei para na frente dele só de calcinha e sutiã, sentindo a minha pele queimar pela vergonha.
Não podia ver a expressão completa dele por conta da máscara mas os olhos cinzas de um tom incomum que as vezes se confundiam com verde pareciam sombrios.
Dante _ Mandei tirar tudo.
Disse quando viu que eu estava parada sem fazer nenhum movimento.
A verdade é que a forma como ele me olhava me deixava inquieta e. . . Desejada, mesmo que eu nunca fosse admitir isso em voz alta, era boa aquela sensação.
E apesar do nervosismo eu comecei a perceber que o calor em minha pele não vinha só da vergonha que eu estava sentindo, mas das sensações que ele me provocava.
Lembranças do no beijo me veio a mente e arfei por uma momento.
Lentamente levei as mãos até a parte de trás do meu sutiã, mas não conseguia alcançar fecho.
Já havia feito aqui sozinha tantas vezesas hoje meus membros pareciam mais pesados e todo o tremor dos meus dedos dificultavam ainda mais a ação.
Mia_ Eu. . . Não consigo.
Falei por fim.
Ele se levantou e eu podia ver o volume entre suas pernas e era grande mundo grande, o que me assustou ainda mais.
O Imbatível deu a volta por trás de mim, pode sentir uma movimentação dele antes de me tocar e respirei fundo, foi um ati institivo que me fez sentir o cheiro dele com mais intensidade e merda, porque ele tinha que cheirar tão bem?
Quando os dedos dele tocaram a minha pele pude sentir uma eletricidade estaranha percorrer todo o meu corpo, será que ele também havia sentindo aquilo?
De repente qualquer linha de raciocínio que eu podesse ter desapareceu quando senti os lábios dele em meu pescoço ao mesmo tempo em que meu sutiã caia no chão.
Envergonhada e muito nervosa levei as mãos até os meus s***s cobrindos.
Mas o Imbatível a segurou com uma firmeza que não machuca e impediu que eu me cobrisse.
Em seguida ele me virou fazendo com que eu ficasse em sua frente, ele havia erguido a máscara como eu fiz quando nos beijamos pela primeira vez.
E ele me olhou da cabeça aos pés se demorando em meus s***s.
Dante _ Gostosa para c*****o.
Falou antes de me puxar para um beijo bruto e possessivo.
Eu não ia beija-londe volta, juro que não ia, mas não consegui resistir não quando cada particula do meu corpo me faziam deseja-lo.
Sem parar de me beijar ele me ergueu em seu colo, segurando a minha b***a fazendo com minhas pernas envolvessem a cintura dele e me levou para cama, ficando por cima de mim.
Em um único movimento o imbatível rasgou a minha calcinha e interrompendo o nosso beijo ele se ajoelhou entre as minhas pernas olhando para a minha b****a.
Meu priemiro impulso foi de fechar as pernas mas ele a segurou mantendo-as abertas e sem aviso ele se abaixou e cheirou a minha b****a me deixando completamente em choque.
Mas o choque maior veio logo em seguida, quando o Imbatível deslizou uma língua por minha entrada que já estava encharcada e me olhou com um sorriso perverço.
Dante _ p***a Mia, você tem um gosto bom para c*****o.
Falou antes de se abaixar de novo e começar a me chupar feito um louco. . .