Cap 15

1247 Palavras
Mia Robert . . ._ A Nat deu uma bofetada na Afrodite e as duas começaram a discutir bem aqui no meio do bar. Uma das garçonetes se apressa em contar. Ótimo, agora eu perderia o meu emprego, justo quando as coisas estavam melhorando. Carlo_ As duas na minha sala, agora! Pen segura a minha mão por um segundo, mas é o suficiente para eu entender que ela acredita em mim e que está do meu lado. Carlo _ Que c*****o as duas estavam pensando? Aqui não é lugar para acertarem suas diferenças. Nataly_ A culpa é da Mia! Nat se apressa em jogar tudo para cima de mim. Carlo_ Não usamos nossos nomes verdadeiros aqui, Nat, sabe muito bem dessa regra, além disso, já estou ciente do que aconteceu. Nataly_ Então sabe que seu precioso lutador anda espancando pessoas fora do ringue? Carlo_ O que o Imbatível faz fora daqui não é da minha conta. Me agradeça por eu não te demitir depois do vagabundo do seu namorado tentar atacar uma das minhas garçonetes, e tem mais, ele estava devendo um bom dinheiro na casa, quem vai pagar? Nataly_ Pode descontar do meu salário. Carlo_ E vai ficar tanto tempo sem receber? Nataly_ Sim, só me deixa com as gorjetas, posso me manter com elas. Entendi bem ou eles vendem drogas aqui também? Pensei que o negócio da Arena eram só as lutas e jogos de azar. Carlo_ Você quem sabe, se quer sustentar vício de vagabundo, não sou quem vai te impedir. A partir de agora, é a fiadora dele. Mia_ Nat, não faça isso, sai fora desse cara. Nataly_ Não te pedi conselho nenhum, sua ridícula, e vê se fica longe do meu caminho. Fala indo em direção à saída, e eu a sigo, já que aparentemente Carlo não tem mais nada a dizer. Carlo_ Não quero mais confusão na Arena, da próxima vez vocês vão para o olho da rua. Nenhuma de nós diz nada, apenas balançamos a cabeça em concordância. Carlo_ Afrodite, você fica. Fala de repente, me fazendo parar no lugar, ainda ouço Nataly dar uma risadinha de deboche e murmurar um “Se ferrou” antes de passar pela porta. Carlo _ Você está bem? Quer dizer, depois do ataque de ontem? Mia_ Garotas como eu não tem tempo para lamber as feridas, vou ficar bem. Digo com sinceridade. Carlo_ Eu sei que vai. Resonde concordando, provavelmente entendendo na vida que levo, tudo o que se pode fazer é levantar dia após dia e lutar. Carlo_ O Imbatível está te esperando na sala dele. Diz, por fim, me pegando de surpresa. Mia_ O Imbatível? Pensei que ele não fosse lutar essa noite. Carlo_ E não vai, ele só veio para assistir as lutas de hoje, ninguém sabe que ele está aqui, e é melhor que continuem não sabendo, entendeu? Mia_ Sim, senhor. Carlo_ Ótimo, agora vá até a sala dele, ele não é conhecido por ser paciente. Faço que sim com a cabeça e sigo ao encontro do lutador mascarado. No caminho é impossível não me sentir nervosa e curiosa, se for sincera comigo mesma posso dizer que estou ansiosa também, só isso explicaria o repentino salto que meu coração deu de repente. Bato na porta, como fiz das outras vezes em que estive aqui e logo ouço a voz rouca do outro lado. Dante_ Entre. Como sempre, a sala está parcialmente escura, e ele está sentado em sua poltrona de frente para a enorme janela de vidro, onde tem uma vista privilegiada de toda a Arena, inclusive do bar. Fico parada próximo a porta, sem me mover, impactada com a sua presença, ele exala perigo, dominância e poder e isso me assusta na mesma proporção que me atrai. Dante_ Vai ficar parada aí, vem até aqui. Fala me tirando do transe. Mia_ O que você quer? Pergunto caminhando até o meio da sala. Dante_ Sente-se. Aponta para a cadeira à sua frente. E ainda receosa faço o que ele pede ou manda pareceu mais uma ordem para mim. Sei que ele não vai me fazer m*l, ou não teria me salvado ontem, mais ainda assim tenho medo, não medo dele, mas medo do que sinto quando estou perto dele. Dante_ Você está bem? Pergunta assim que me sento. Mia_ Estou, e a propósito, obrigada mais uma vez, não sei o que teria acontecido comigo se você não tivesse aparecido. Dante_ Não precisa agradecer, já disse que faria aquilo por qualquer um. Mia_ Pois é, mas coincidiu de eu ser esse qualquer um ontem a noite, e sou muito grata por sua ajuda. A luz do ringue começa a rodar lá fora e por um momento clareia o meu rosto, é rápido, mas ainda é tempo o suficiente para ele ver o machucado em meu rosto, resultado da bofetada que a Nataly me deu. Sua mão vai até o local na mesma hora e ele toca o canto do meu lábio, onde havia ficado um pequeno corte. Toque é suave mas ainda assim me encolho com a dor que ele causa. Dante_ Quem fez isso com você? Mia_ Ninguém, digo desmanchando o coque que tinha feito mais cedo e jogando a cabelo de lado em uma tentativa em vão de cobrir o rosto machucado. Dante_ Eu fiz te uma pergunta e quero que me responda, Pequena. Mia_ Já disse que não foi ninguém. Digo desviando o olhar do mascarado que agora parece bem aborrecido. Dante_ Não sou conhecido por ser paciente, Afrodite, é melhor você falar logo. Quem machucou a p***a do seu rosto? Solto um suspiro me dando por vencida sabendo que ele não vai me deixar sair daqui sem uma resposta. Mia_ Não foi nada demais, só uma discussão que tive com a Nat, ela está me culpando pela surra que você deu no namorado dela, disse que ele está em estato grave no hospital e sabe o que é mais sinistro? E que eu devia me importar, mas não me importo. Dante_ Não se importa de eu ter quase matado o i*****l na porrada? Mia_ Não, e olha que eu odeio violência. Dante_ Odeia violência mas se sente atraída por mim, um lutador que vive de espancar os outros. Mia_ E quem disse que eu me sinto atraida por você? Falo sentindo o meu rosto ficar vermelho de repente. Ele sorri de um jeito convencido e muda a sua posição me puxando para o seu colo. Arfo de surpresa e tento sair de cima dele. Dante_ O seu corpo fala o que sua boca se n**a a admitir. Diz roçando os lábios em meu pescoço. Mia_ Meu corpo não fala nada. Dante_ A não? Então porque sua pele está arrepiada e sua respiração acelerada? Com muto esforço consigo sair do seu colo, e tenho a sensação de que só saí porque ele permitiu. Dante_ Isso, continue mentindo para si mesma, e a noite quando for dormir vai se masturbar imaginando o meu p*u fudendo a sua b****a. Mia_ Eu. . . Eu. . . Tenho que voltar ao trabalho. Dante _ Isso, foge mesmo, mas olha só, o seu tempo está se esgotando, minha oferta é por tempo limitado, lá fora tem uma fila de mulheres querendo abrir as pernas para mim. Mia_ Já disse que não quero o seu dinheiro, meu corpo não está à venda, e se tem tantas mulheres assim na sua cola, porque não vai ficar com elas e me deixa em paz?
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