Cap 29

1108 Palavras
Mia Robert Vesti minhas roupas apresada, e corri para fora daquele quarto, meu corpo ainda estava mole e sentia um desconforto doloroso entre às pernas, não tinha entendido porque o Imbatível tinha parado quando percebeu que havia tirado a minha virgindade, será que ele soubesse antes teria sido mais gentil? Ou não teria desistido de me levar para cama. Por um momento fiquei desnorteada olhando para todos os lados sem saber para onde ir e respirei fundo tentando organizar as minhas idéias antes e acalmar o meu coração que batia acelerado antes de continuar o meu caminho. Sai Arena sem olhar para trás, prometendo a mim mesma nunca mais colocar os pés ali, quando cheguei do lado de fora vi a Nat me esperando, ela parecia nervosa e andava de um lado para o outro com um semblante preocupado no rosto. Ao me ver, ela correria até mim e me abraçou voltando a chorar. Nataly_ Você está bem? Ele te machucou? Como conseguiu que ele te liberasse tão rápido? Fez uma pergunta atrás da outra não me dando tempo para responder nenhuma. Nataly _ Pelo amor de Deus fala alguma coisa! Mia_ Só quero ir para casa e esquecer que esse dia existiu. Foi tudo o que consegui dizer, voltando a caminhar em direção ao ponto do táxi. Tudo que eu quero era ir para casa tomar um banho quente, deitar na minha cama e chorar escondendo do resto do mundo as minhas fraquezas. Nataly _ Mia, por favor, se abre comigo. Mia_ Quer que eu diga o quê? Que tudo isso é culpa sua? Grito perdendo a paciência. Nataly _ Quero que coloque para fora o que está sentindo, porque eu te conheço, eu sei que não gosta de mostrar as suas fraquezas para ninguém. Mia_ Vai para sua casa Nat e por favor não se meta mais em confusão, não vou estar aqui para te salvar da próxima vez, e vê se não volta mais com aquele seu namorado traidor. Nataly _ Mia, foi a sua primeira vez, pare de bancar a irmã protetora e me deixe cuidar de você é o mínimo que posso fazer depois de você salvar a minha vida mesma eu tendo sido uma vaca egoísta com você nos últimos tempos. Mia_ Não quero falar sobre isso, Nat. Solto um suspiro longo e olho para ela que agora parece mais calma, mas posso ver o vislumbre da antiga Mat em seus olhos. Mia_ Independente de qualquer desentendimento ou mágoas entre a gente você sempre será a minha irmã Nat e se quer fazer alguma coisa para me agradecer basta cuidar de si mesma de agora em diante. Um táxi se aproxima e eu faço sinal para que ele pare. Mia_ Adeus Nat. Digo entrando no carro e fechando a porta. . . .Para onde? O motorista pergunta e eu passo o endereço do apartamento fazendo o resto da viagem em silêncio com mente presa naquele quarto e em tudo que aquele lutador mascarado me fez sentir. Quando chego em casa tomo um banho percebendo que ainda estou sangrando um pouco e minha b****a estar com uma ardência dolorosa, vai levar uns dias até que isso passe. Antes de me deitar faço uma nota mental de passar na farmácia do dia seguinte e comprar alguma pomada que possa me ajudar com isso. Ainda consigo sentir o toque dele queimando a minha pele, e mesmo após o banho o cheiro dele parece que está impregnado em mim. Queria dizer que não gostei que odiei cada segundo de tudo o que o Imbatível fez comigo mas a verdade é gostei de cada segundo que passei naquele quarto mesmo sabendo que não devia. Minha virgindade nunca foi algo importante para mim, só esperava perde-la com alguém que me amasse e se preocupasse comigo o suficiente para se preocupar em ser gentil na hora de fazer amor comigo pela primeira vez. Mas com o Imbatível eu sequer tive a chance de contar que nunca tinha feito sexo, e talvez por isso tenha sido doloroso embora ele tenha me dado o meu primeiro orgasmo antes. Só não entendo porque ele parou quando percebeu o que fez, será que foi crise de consciência? Será que ele não gosta de mulheres virgens ou será que eu não atingi as suas expectativas? Apesar das circunstâncias, eu queria que ele tivesse terminado o que começou, não só por estar gostando, mas porque agora sinto que ainda devo alguma coisa ele, como se a dívida não tivesse sido completamente paga e tenho medo de que ele não pague o Carlos por conta disso. Em meio a todos aquele pensamentos e as lágrimas derramadas o cansaço acaba me vencendo e eu acabo pegando no sono. Quando acordei na manhã seguinte meu corpo todo doía, parecia que tinha sido atropelada por um caminhão. Não estava me sentindo bem, apesar da dor que ainda estava latente entre as pernas eu sabia que aquele m*l estar era só físico era mental. Me sentia exausta e precisava de um tempo entao liguei para o Lian avisando que estava doente e não iria trabalhar, ele ficou preocupado e disse que passaria aqui mais tarde para ver, até tentei3 desvencilhar dizendo que ia tomar um remédio e me deitar que amanhã estaria melhor, mas ele foi enfático e disse que viria mesmo assim. Fique na cama até por volta de uma hora da tarde hora chorando, hora pensando no imbatível. Nunca poderia dizer que o Imbatível me forçou a ir para a cama dele era nítida a química que existia entre a gente e depois daquele beijo ficou mais difícil ainda esconder aquela atração, mas não conseguia deixar de me sentir humilhada, ele tirou de mim a única coisa que jurei que nunca ia deixar que me roubassem , a minha dignidade. Após passar metade do dia deitada, forcei a levantar, tomei um banho, comi um sanduíche o qual parecia não ter gosto de nada e fui até a farmácia. Comprei a pomada e voltei para o apartamento, olhei para todos os lados querendo encontrar alguma coisa para ocupar a mente e decidi começar a embalar as minhas coisas, tinha recebido uma mensagem dos pintores confirmando que poderia me mudar no domingo e estava feliz ao menos assim estaria atarefada o suficiente para não pensar no que aconteceu. A Arena era passado e eu nunca mais veria o Imbatível. Devia estar feliz com isso, mas por algum motivo sentia um vazio profundo dentro de mim. Eu devia odiar aquele homem com todas as minhas forças, mas acho que estava ficando louca pois não conseguia parar de pensar nele. . .
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