Lorenzo Meu coração bate forte e eu sigo-o planejando mentalmente o que devo dizer assim que passar pela porta. Afrouxo o meu sciarpa sentindo o calor aumentar no meu pescoço e a tensão deixa minha boca salivando amargo. Não vai ser fácil, mas farei por ela. Minha tigresa! A luz do corredor da grande mansão é amarela dando aconchego à decoração rústica da casa. Meu pai não diz nenhuma palavra até chegarmos ao seu escritório, só nossos passos ecoam por todo trajeto causando uma sensação de frieza. Ao chegar na porta grande de madeira, ele entra deixando ela aberta e eu passo e a fecho atrás de mim, olhando ele seguir até sua mesa. Vitor— Me conte tudo e não me esconda nada! É verdade o que Ramon me disse? _ Diz sentando na poltrona de couro larga do avô com seus olhos frios como os dele

