Eu estava saindo do banho quando finalmente lembrei que tinha um celular. Ficar muito tempo separada do meu celular há pelo menos 24 horas atrás era um crime, mas naquele momento parecia não me fazer muita diferença. Ainda nua, aproveitando que o Sebastian estava fora, ele disse que fora ao supermercado comprar umas coisas, eu fui até a bolsa. Eu estava enrolada na toalha e fui procurar por meu celular. Foi uma escolha pessoal guardar o celular na mala quando eu poderia carregar na bolsa de mão. Além de não querer gastar bateria eu sabia que o celular me deixaria ainda mais inquieta do que eu já estava, e também por não poder usar no avião. Liguei e esperei o aparelho iniciar enquanto o repousava sobre a bancada do banheiro e secava o cabelo com a toalha. O celular, que rapidamente inicio

