Verônica Meus Deus! O que eu estava fazendo? Em que loucura eu me meti com aquele cara? Para onde ele estava me levando? Ele conseguiu me convencer de que eu estava correndo perigo e eu sai do prédio com ele. Inventei uma desculpa esfarrapada para o porteiro e entrei naquele carro estranho ao lado do cara que dirigia feito um louco e não me encarou um minuto sequer desde que saímos do meu apartamento. - Você pode me dizer onde estamos indo? Ele não respondeu e acelerou o carro se afastando do centro e entrando em bairro popular e movimentado. Bati na perna dele irritada. - Pare essa lata velha e me diga o que está acontecendo. Ele continuou calado e entrou na garagem de um prédio velho e sujo. - Desça! Como se eu tivesse outra saída. Ele me puxou pelo braço começando a subir as

