Capítulo 31

1819 Palavras

Eu sempre me orgulhei de ser um homem controlado. Poucas vezes eu perdia o controle dos meus atos e geralmente pensava antes de agir, mas saber que eu estava a um passo de fazer amor com a mulher que sempre esteve nos meus sonhos estava me fazendo perder o pouco a direção das coisas. Eu precisava estar no controle. Ela precisava de mim naquele momento. Era uma mulher ferida e talvez não fosse tão fácil ela se entregar como eu queria, mas seria uma longa batalha comigo mesmo, porque, pela minha vontade nosso sexo seria como a gente merecia. Seria forte, demorado, capaz de compensar os anos que passamos longe um do outro, mas eu sabia que naquele momento teria que ser no ritmo dela. Por mais que meu p.au estivesse pulsando e tão duro que chegava a doer, era preciso ir devagar. Peguei- a n

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