Isabella Aos poucos fui sentindo meu corpo reagir e percebi que estava deitada no sofá da sala. Corri os olhos lentamente pela sala e identifiquei a Betânia, a Lizandra, o Joaquim e ele. Sim, ele ainda estava ali e me encarava de forma estranha. Levantei o corpo devagar e sentei no sofá recusando a mão que o traste do meu marido me estendia. Eu sabia que era falsidade. Ele não me estendeu a mão nas diversas vezes que me agrediu sem remorsos. O homem se aproximou e sentou na outra ponta do sofá, um pouco afastado de mim. - A senhora está bem? Eu queria gritar que não. Pedir que ele me levasse embora dali. - E... estou, eu... acho. Ele olhou para um Joaquim de pé e com um semblante indecifrável. - Acho que deveríamos levá-la ao médico. Me apressei em responder. - Não. Eu estou be

