Nicolas Encontrei a Isabella chorando no quarto. Eu estava no meio de um dilema. Não podia condenar totalmente o meu filho, mas também não podia arriscar a vida da Isabella por causa da filha do homem que tinha destruído a vida dela. Tinha que haver uma forma de ajudá-la também, mas minha prioridade era a mulher que parecia de novo perdida em um mundo distante. Ela estava sentada abraçando as pernas e respirando pesadamente. Sentei na cama e toquei o pé dela com carinho. - Ei calma, ele estava nervoso. Tem os motivos dele também. Ela me olhou triste e abatida. - Eu não posso fazer nada para ajudar a Lizandra. Puxei-a para perto de mim e ela encostou a cabeça no meu peito. - Não pode e não vai. Você não tem condições de ajudar ninguém agora. Deixa que eu vou ver o que fazer. Ela

