Isabella Minha cabeça estava a mil por hora. Mas de uma coisa eu tinha certeza. Eu não podia ficar ali parada esperando que meus problemas se resolvessem sozinhos, ou que Nicolas enfrentasse aquele turbilhão de coisas, enquanto eu permanecia sentada dentro da casa dele. Aquela não era a Isabella que sempre lutou pelas coisas que queria. Era certo que os anos ao lado daquele monstro tinham me tornado uma pessoa apática e sem forças, mas agora eu estava livre dele. Livre no sentido figurado; eu estava segura por enquanto, mas eu não ficaria bem e feliz enquanto não pudesse andar livremente pela rua, enquanto não pudesse viver o meu amor com paz e tranquilidade. Eu falaria com Nicolas. Ele querendo ou não, eu faria minha parte, eu o ajudaria a colocar Joaquim Dumont na cadeia. O que eu sab

