Guilherme ficou ali parado, sem falar nada, como se tivesse paralisado mesmo de vez. Então eu me aproximei. Ainda sentada na grama com ele. No quintal de casa, o sol iluminando nossos lindos rostos. Eu coloco minha mão na mão dele que reage de uma forma espontânea, não dá forma fofinha que eu esperava, sei lá o que eu esperava exatamente. Do nada ele empurra minha cabeça pro lado com a outra mão bruscamente quase quebrando meu pescoço. Eu me afasto com a mão no rosto. "Ele acabou de estragar o clima." Reclamo: _ Aí! _ Estranha. _ Bruto! Ele faz uma careta deixando bem claro que nada tinha mudado, cruzo os braços fingindo estar brava. Na mesma hora alguém chama o Guilherme no outro lado da rua. Eram os amigos dele com uma bola nos braços, arrumados para um jogo de segunda feira. Se apro

