- Olá Eloísa. - Sussurrei calmamente. - Elisa... - Ela sorriu em meio às lágrimas. Seus olhos estavam inchados de tanto chorar e a dor estava presente em sua expressão nitidamente. Então me aproximei e a abracei forte enquanto ela chorava de soluçar em meu ombro. - Eu o criei como meu filho, nunca houve diferença entre ele e Felipe. Por que ele agiu de tal forma? Aonde eu errei? Me diz ... - Não foi culpa sua Eloísa, ele escolheu seu próprio caminho. - Tentei acalma-la levianamente. - Esse caminho o está levando a morte nesse exato momento. O relógio badalou e soubemos então que estava na hora da decapitação, sem muito o que dizer eu apenas a abracei forte novamente para que assim toda sua dor saísse junto com suas lágrimas, mas ela se afastou e me olhou nos olhos apreensiva.

