Minha bambina acaricia os traços delicados do rosto da linda mulher na minha frente.
Passo os olhos nela, mais uma vez constando como a filha da p**a dos infernos tem um corpo delicioso. Os lábios carnudos e avermelhados... Caralho...
Procuro manter o foco na minha bambina e tentar entender como Clara se apegou a uma estranha. E tão rápido...
— Mimica vai na minha casa? Boce vai visitar eu, mimica?
MICAELA YEVA
Meu coração parte, com os olhinhos cheios lágrimas da bambina. Não sei como pode, mais a amo tanto...
E com esse amor dou a minha mais sincera resposta. — Claro que vou linda bambina. Olha seu pai vai me dar o endereço de vocês, e logo vou vê-la. Tá?
— Tá.
— Agora vai com o seu papà. E não se preocupa, logo apareço na sua casa para brincar com você meu docinho de Clara.
Ela me dá um abraço apertado. Eu retribuo o abraço com todo o meu amor. O lindo homem de olhos cor de mel pega a filha nos braços.
Educadamente abro a porta do carro para que ele possa aconchegar a pequena. E, antes que ele acomode a Clara no interior do carro, fecho rapidamente a porta e caio na gargalhada. Clara na sua santa inocência, gargalha junto comigo.