— Diabinha. Não imagina quanto te quero. — Sua voz estava carregada de luxúria. — Mas, e a sua namorada? — Pergunto acanhada, afinal não deveria ter beijado ele. — Se eu deixasse ela, você seria minha? Teria coragem de ser mulher de um capo? — Seria sua com toda a certeza. Porém me acho... — suspiro com tristeza. Então me calo envergonhada já contendo as lágrimas. — Se acha? — Pergunta curioso. — Suja depois do que fizeram comigo. — Agora as lágrimas ganham força. — Micaela, você é uma diabinha maravilhosa e não tem culpa do que aconteceu. E um dia vai ter que me contar como aconteceu, onde e como era o Figlio di puttana. — Um dia. Não hoje. — Respondo acanhada. Volta a me beijar. Sinto seu equipamento rígido se esfregando na minha i********e. Começo a sentir junto ao desejo, um c

