BAEKHYUN POV
Eu odiava ter apenas 17 anos. Que merda.
Enquanto eu estava aqui, fingindo que estudava, eu sabia que meus vizinhos deveriam estar fodendo como nunca antes. É só isso que eles sabem fazer.
Luhan está sempre com aquele cu piscando, implorando rola pro Sehun. Tem vezes que o Sehun nem tá afim de uma trepada, mas Luhan faz ele ficar de p*u duro rapidinho.
Pareciam ninfomaníacos, eu poderia ouvir os gemidos do meu quarto até hoje. Quase toda a madrugada. Ainda mais que agora Sehun morava sozinho.
Não tinha uma única noite que Luhan deixasse de passar lá, soltando seus gemidos esganiçados de quem era jogado contra a parede com força.
- Senhor Byun? Está prestando atenção na aula?
- Sim.
- Qual o resultado da equação?
-...
- Então, eu acabei de explicar isso, me diga.
- Zero.
- Hmm. - virou-se e continuou escrevendo no quadro.
{...}
Cheguei em casa exausto, taquei minha mochila em cima do sofá e fui para a cozinha comer algo.
Minha mãe meio que não morava mais comigo, ela vinha três vezes no mês, fazia umas compras, olhava como eu estava cuidando das coisas e voltava para seu novo trabalho numa cidade próxima.
Ela achou que eu não precisa mais dos serviços se babá que Sehun poderia oferecer, que eu poderia me cuidar sozinho. E é o que eu estou fazendo.
Mas eu gostaria de ter os serviços de Sehun novamente, afinal eu nunca vou esquecer como foi boa aquela noite, ou aquele fim de semana. Enfim... Eu até tinha fodinhas casuais, com o Chanyeol, um o****o da minha escola.
Ela era burro em matemática, eu era bom em exatas, não tinha ninguém na minha casa, tudo conspira para: eu + você + casa vazia = minha cama.
Eu estava tirando a minha roupa para um banho lindo e relaxante quando a campainha começou a soar.
Recoloquei minhas calças, mas não a camisa e fui atender a porta.
E lá estava ele, escorado no batente, com seus cabelos platinados de raiz escura, aquelas calças coladas e rasgadas na coxas e uma regata simples, mostrando seus braços lindos e com poucos músculos. Oh Sehun.
- Sua mãe não consegue falar com você, pediu para checar se está bem. - me olhou dos pés a cabeça, como se conferindo se tinha algo errado.
- Fiquei sem bateria, estou ótimo.
- Não é chato ficar aqui sozinho? Pode aparecer ali em casa.
- E atrapalhar suas fodinhas? Não obrigado.
- Fica espiando meu quarto?
- Não, mas o Luhan é bem verbal na cama, então dá pra ouvir o quanto ele quer teu p*u.
- Ta com ciúmes?
- Não seja ridículo.
- Então vai ali em casa hoje a noite. Vamos fazer um jantarzinho, huh?
- Tanto faz.
- Te espero as 20h.
{...}
Sete e meia eu já estava pronto. Eu não estava ansioso, longe disso, eu só não queria me atrasar, tomei um banho bem tomado, lavei tudo, tudo mesmo, porque vai que dou sorte outra vez.
{...}
Assim que meu relógio marcou oito e cinco, saí de casa, não queria que ele pensasse que eu fazia questão daquele jantar
Toquei a campainha e esperei alguns bons minutos até que alguém abrisse a porta.
Sehun estava descabelado e sem camisa a boca vermelha e inchada, e Luhan no balcão da cozinha, claro.
- Que bom que veio.
- Acho que está ocupado, melhor eu ir embora.
- Não seja bobo Baek, a gente te quer muito aqui. - gritou Luhan da cozinha.
- Viu?! Entra criança.
Entrei revirando os olhos pela forma que me tratavam e fui para cozinha, em direção a Luhan que me chamava com o dedo.
Assim que fiquei próximo o suficiente deste, ele me puxou para o meio de suas pernas e tomou meus lábios de maneira afoita.
- A gente está com saudade dessa bundinha, quer liberar ela pra nós Baekkie...?
A forma que ele falou fez todo o meu corpo se arrepiar. Separei meus lábios dos de Luhan e balancei a cabeça freneticamente em afirmação.
Luhan tirou minha blusa e voltou a me beijar, enquanto Sehun fazia o que sabia fazer melhor... Trabalhar com a língua.
Tirou minha calça de forma afoita - ou talvez eu tenha pisado nelas até sair do meu corpo, tanto faz -, beijou e mordeu as minhas costas, enquanto sua mãos fazia uma carinho sutil em meu pênis.
Seus beijos foram descendo e descendo até chegar a minha b***a. E é aí que começa o bom trabalho. Sem cerimônias, Sehun separou minhas nádegas e começou a lamber o local, lambia com vontade, dando uma atenção especial a área e minhas nádegas, vez ou outra ele parava de me chupar ali para mordiscar minhas nádegas ou chupá-las, logo voltando a lamber meu buraquinho, onque me fazia gemer alto, e para ajudar Luhan molestava meu pescoço,
Sehun parou de me lamber e chupou dois dedos seus, fez um carinho na minha entrada e adentrou os dedos de uma única vez, me fazendo gemer meio sôfrego.
- Faz um tempinho que ele não dá a b***a Luhan, a gente vai ter que tomar cuidado com nosso bebê. - disse movendo seus dedos lentamente dentro de mim.
- Então vamos pro quarto, vamos cuida do nossa bebê.
Sehun me virou pra si e tomou meus lábios, logo depois me pegando no colo para que subissemos em direção ao seu quarto.
Eu podia sentir o p*u de Sehun batendo contra a minha b***a, ele aida estava com a maldita calça jeans, o que dava raiva, eu queria tirar aquilo e sentar com forçar.
Assim que chegamos ao quarto, Luhan pegou lubrificante no armário e pulou pra cama, batendo no espaço vazio para que fossemos pra ali também.
Eu desci do como de Sehun e puxei sua calça com força, tirando a boxer junto.
O empurrei para que caísse sentado na cama e peguei o lubrificante da mão de Luhan, espalhando parcamente no p*u se Sehun e sentando com vontade.
Doeu. Doeu pra c*****o, eu fui bruto pra cassete. Me arregacei.
Mas isso não fez com que eu parasse de cavalgar de forma rápida e procurar por seus lábios. Eu morria de saudade daquele p*u, batia punheta toda noite pensando nele dentro de mim.
- Aaah rebola gostoso... Hmm...
- Moleque atrevido. - Luhan bateu na minha b***a - Não espera a gente te comer e saí sentando no p*u alheio. Merece castigo. - mais tapas.
E aqueles tapas só me davam mais t***o, mais vontade de cavalgar em Sehun até cansar.
Mas meus planos foram frustrados por um Luhan meio... Bravo (?), acho que ele tava irritado, talvez porque eu tenha quase escrito na minha testa QUERO DAR PARA OH SEHUN, talvez seja isso.
Luhan me puxou do colo de Sehun e me deitou na cama, ficando sobre meu corpo e começou a me penetrar de forma bruta, agarrando meus cabelos e beijando meus pescoço enquanto me estocava com força. E ficamos longos minutos daquele jeito.
Então eu podia sentir os lábios de Sehun em minhas coxas e logo Luhan deu um gemido alto por ter Sehun dentro de si, deixando os movimentos meio erráticos até que tivéssemos nos acostumado aquele ritmo, fazendo os três gemerem a procura de mais prazer.
- Quer tanto dar esse cu gostoso pro Sehun, não é? Deixa a gente te f***r ao mesmo tempo, o que acha? Huh? - puxava meus cabelos e surrava minha próstata, eu não conseguia fazer nada além de gemer - Deixa a gente te f***r junto, eu prometo que vai ser gostoso. - voltou a chupar meu pescoço.
- Tá, Tá, me fode! Eu quero vocês dentro de mim! Ahn... - arqueei minha coluna com sua última estocada certeira.
Sehun sentou com as costas na cabeceira da cama como Luhan ordenou e logo eu sentei em seu p*u, colando meu peito em suas costas.
Sehun me segurou pelas coxas e abriu o máximo que pode minhas pernas para Luhan ter total acesso a minha entrada.
Luhan passou lubrificante em três dedos e foi colando um por vez junto as estocadas de Sehun. Doía pra c*****o, mas logo eu me acostumava.
Mas quando foi seu pênis, minha ereção chegou a diminuir com a dor que senti, mas nada que fizesse minha excitação passar, afinal, Sehun ficava falando safadezas e mordendo minha orelha e pescoço enquanto estocava.
Quando os dois estavam completamente dentro de mim ficaram parados um tempo, esperando meu corpo relaxar e aceitar aquele ato de pura luxúria.
Eles começaram a se mover em um vem e vai lento, quando um saia o outro entrava, arrancando gemidos e suspiros de nós três.
Sehun segurava minhas coxas coladas ao meu peito, tendo mais liberdade pra me estocar forte e fundo, enquanto Luhan era mais lento, me beijando e chupando meus m*****s.
Aquilo estava me agoniando. Eu queria muito gozar e nenhum dos dois deixavam eu me tocar, toda vez que minha mão chegava perto do meu p*u eu levava uma sequência de tapas e depois chupadas no pescoço e m*****s.
Tudo me fazia gemer e minha ereção pulsar com a minha próstata sendo surrada por duas picas gostosas.
Até que que numa estocada mais bruta eu não aguentei. Gozei gemendo alto e manhoso.
Senti meu corpo amolecer nos braços de Sehun, me senti mais relaxado e com um sono terrível.
Mais algumas estocadas brutas em meu interior - mais apertado por conta dos espasmos - e os dois gozaram, gemendo em meu ouvido.
Ficamos os três espremidos naquela cama pequena para tanta gente, os dois me faziam um carinho e davam beijinhos em meu corpo.
Logo depois me levaram para o banho e voltamos a nos deitar.
A cama agora com lençóis limpos.
- Durma bebê, a gente sempre vai estar aqui pra cuidar de você.