Quando meu pai voltou para o quarto, minha mãe nos deixou sozinhos, como havia pedido para ela. Queria falar com meu pai a respeito do que aconteceu naquela noite, não quero que ele se sinta culpado por ter sido grosso comigo e ter me colocado de castigo, a culpa é minha de ter saído do meu quarto, principalmente por ter corrido com o meu cavalo. — Pai, gostaria de falar com o senhor… — engoli a saliva e olhei para ele apertando o lençol entre os dedos com força. — Pode falar, Fabi. — puxou a cadeira para se sentar ao meu lado e tomou um gole do seu café. — Queria deixar claro que o senhor não tem culpa de eu estar aqui, eu que fui teimosa igual uma mula. — ele pegou em minha mão e olhou em meus olhos — Não quero que se sinta m*l por ter brigado comigo, eu errei em ter me entregado — se

