Havia tomado uma decisão, eu não tinha uma coração de pedra como todos pensavam, era difícil polir ele para encontrar diamante e saber que tenho valor depois de tantos anos. Entretanto, não significava que era fria como uma rocha, no fundo fiquei com o ego ferido por ter tomado a grande decisão do sim para o Pedro. Fiquei olhando pela janela da biblioteca o carro de Pedro entrando na estrada, enquanto isso ficava roendo todas as minhas unhas e meu estômago embrulhava com o café da manhã que havia tomado algumas horas atrás. Observava-o enquanto ele saia de trás do volante com facilidade de um homem com um porte atlético como o seu. Me escondi atrás da cortina para não ser flagrada, parecia uma criança pentelha. — Patética — disse para mim mesma. Ele estava usando uma calça jeans e uma

